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Proposta de Jiu-jítsu nas escolas de Porto Alegre visa combater bullying

Projeto em tramitação em Porto Alegre usa jiu-jítsu para reduzir bullying e promover inclusão, com foco no desenvolvimento socioemocional e acessibilidade para PCD

imagem meramente ilustrativa / Magnific / Porto Alegre 24 horas
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  • Câmara Municipal de Porto Alegre (CMPA) discute projeto que usa o jiu-jítsu e artes marciais como intervenção social nas escolas, para prevenir violência e bullying.
  • A proposta valoriza o desenvolvimento de competências socioemocionais, como disciplina, respeito e autocontrole, para melhorar a convivência entre os jovens.
  • O objetivo é criar um ambiente escolar mais seguro, acolhedor e voltado para a cultura de paz.
  • O texto também assegura acessibilidade universal, incentivando o esporte adaptado para incluir alunos com deficiência (PCD).
  • O autor da proposição, o vereador Professor Tovi, ressalta que a educação integral deve promover bem-estar mental e físico dos estudantes da rede municipal.

O projeto em tramitação na Câmara Municipal de Porto Alegre propõe usar o jiu-jítsu e outras artes marciais como ferramenta de intervenção social nas escolas. A iniciativa visa reduzir violência e bullying, promovendo convivência mais segura e pacífica entre os estudantes.

A proposta enfatiza o desenvolvimento de valores socioemocionais, como disciplina, respeito e autocontrole. Ao canalizar a energia dos alunos para a prática esportiva, a ideia é criar um ambiente escolar mais acolhedor e centrado na cultura de paz.

Outro eixo é a acessibilidade universal, com foco no esporte adaptado. As atividades seriam organizadas para incluir alunos com deficiência (PCD) e ampliar benefícios físicos e terapêuticos da prática.

Acesso e desenvolvimento

O proponente é o vereador Professor Tovi, que defende que a educação integral vá além da transmissão de conteúdo, promovendo bem-estar e qualidade de vida. A ferramenta esportiva seria supervisionada, com foco na saúde mental e física dos alunos da rede municipal.

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