- 65% dos participantes da primeira edição da Prova Nacional Docente de 2025 são proficientes, conforme o Ministério da Educação, divulgado em 20 de maio.
- Entre as áreas, Ciências Humanas teve o maior índice de proficiência (80,2%), e Matemática teve o menor (45,9%), com Artes 49,9%; Ciências 78,4%; Educação Física 69,2%; Letras 60,7%; Pedagogia 62,8%.
- Cerca de 760 mil pessoas fizeram a prova, sendo mais de 200 mil concluintes de licenciaturas.
- O MEC utiliza dois padrões de proficiência para classificar os docentes: padrão 1 (nível inicial) e padrão 2 (competências sólidas), para comparar áreas e monitorar evolução.
- Em 2026, a PND passa a avaliar vinte e uma licenciaturas, incluindo novas áreas como Teatro, Dança, Ciências Naturais e Língua Espanhola.
A Prova Nacional Docente (PND), aplicada pela primeira vez em 2025, mostrou que 65% dos participantes foram considerados proficientes. O MEC divulgou o resultado nesta quarta-feira, 20, como parte do programa Mais Professores para o Brasil. O objetivo é aferir a qualidade da formação em licenciaturas e estimular concursos públicos.
Entre as áreas avaliadas, o desempenho variou bastante. Ciências Humanas registrou o maior índice, enquanto Matemática ficou com o menor. Os números completos apontam: Artes 49,9%; Ciências 78,4%; Ciências Humanas 80,2%; Educação Física 69,2%; Letras 60,7%; Matemática 45,9%; Pedagogia 62,8%.
Ao todo, cerca de 760 mil pessoas fizeram a prova na primeira edição, das quais mais de 200 mil concluíram licenciaturas. O MEC utiliza padrões nacionais para definir proficiência, com duas metas: Padrão 1 (nível inicial) e Padrão 2 (competências sólidas para planejar, aplicar e avaliar com ética).
PND 2026
Na edição de 2025 foram avaliadas 17 licenciaturas; para 2026, o número sobe para 21. Entre elas, constam Artes Visuais, Música, Ciências Biológicas, Física, Química, Ciências Sociais, Filosofia, Geografia, História, Educação Física, além de diversas licenciaturas de Letras, Matemática e Pedagogia.
A ampliação da lista visa dar abrangência maior ao processo de avaliação e permitir comparação entre áreas com maior e menor desempenho. Novas áreas da ciência e das artes devem entrar na avaliação para o próximo ciclo.
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