- Inaugurado em Canoas, o Instituto Guardiões da Infância é considerado o primeiro do Rio Grande do Sul voltado ao combate ao abuso infantil, aberto na Igreja Lagoinha Canoas na noite desta terça-feira, 25 de maio.
- O IGI terá como objetivo conscientizar a sociedade e fortalecer ações de proteção a crianças e adolescentes, com campanhas educativas, palestras, treinamentos e orientação em escolas, igrejas, empresas e instituições.
- Estiveram presentes no evento autoridades locais e figuras públicas, como o delegado Maurício Barison, a vereadora Larissa Rodrigues, a juíza Paula Yoshino, a pastora Liane Guimarães, o pastor Marisa e o prefeito de Canoas, Airton Souza.
- O instituto busca ampliar o debate sobre prevenção, denúncia e acolhimento de vítimas, promovendo formação de redes de apoio e mobilização social.
- A criação é vista como marco para Canoas e para o estado, sinalizando continuidade de ações para ambientes mais seguros e o enfrentamento da violência infantil.
O Instituto Guardiões da Infância (IGI) foi inaugurado em Canoas, tornando-se o primeiro órgão do tipo no Rio Grande do Sul dedicado ao combate ao abuso infantil. A cerimônia ocorreu na Igreja Lagoinha Canoas na noite desta terça-feira (25) e reuniu autoridades, lideranças religiosas, membros da sociedade civil e apoiadores da causa.
Entre as presenças destacadas estavam o delegado Maurício Barison, a vereadora Larissa Rodrigues, as pastoras Liane Guimarães e Marisa, a juíza Paula Yoshino e o analista político Rony Gabriel, além do prefeito de Canoas, Airton Souza. Organizações e convidados ressaltaram a importância da iniciativa para o município e o estado.
O IGI nasce com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre prevenção ao abuso infantil e fortalecer ações de proteção a crianças e adolescentes. Entre as ações previstas estão campanhas educativas, palestras, treinamentos e orientação em escolas, igrejas, empresas e instituições.
Objetivo e ações
Durante o evento, os organizadores destacaram a necessidade de ampliar o debate sobre prevenção, denúncias e acolhimento de vítimas. O instituto visa promover informação e mobilização social para fortalecer redes de proteção.
Segundo representantes, o trabalho será contínuo, buscando ambientes mais seguros para crianças e adolescentes. A proposta é atuar na formação de redes de apoio e incentivar participação de famílias, educadores, líderes e da comunidade em geral.
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