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Edgar Morin morre aos 104 anos, filósofo francês

Filósofo francês Edgar Morin morre aos 104 anos, deixando legado de pensamento complexo e da educação do futuro

Edgar Morin morreu aos 104 anos
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  • Morin morreu aos 104 anos; a morte foi anunciada na sexta-feira, 29 de maio de 2026, em Paris, sem divulgação da causa.
  • Nasceu em Paris em 1921, participou da Resistência Francesa durante a Segunda Guerra Mundial e, em 1941, aderiu ao Partido Comunista.
  • Escreveu cerca de oitenta livros e ganhou notoriedade com Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro, em parceria com a UNESCO; desenvolveu o Pensamento Complexo.
  • Atuou no Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), foi Diretor de Investigação e Diretor Emérito, criou o Laboratório Edgar Morin em 2008 e foi codiretor do Centre d’Études Transdisciplinaires.
  • A Multiversidad Mundo Real Edgar Morin divulgou a nota oficial sobre o falecimento, que também foi confirmado pelo filósofo Nelson Vallejo Gomez.

Edgar Morin morreu aos 104 anos, em Paris, nesta sexta-feira, 29 de maio de 2026, no Hospital Americano de Paris. A causa da morte não foi informada pelas instituições que divulgaram a notícia.

O filósofo francês deixa um legado de quase 80 livros e de reconhecimento mundial pela obra sobre a complexidade. Entre seus textos mais conhecidos está Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro, em parceria com a UNESCO.

Morin nasceu em Paris, em 1921, e viveu em um período marcado pela Segunda Guerra Mundial. Participou da Resistência Francesa e, durante a juventude, aproximou-se do Partido Comunista, buscando resistência às ameaças nazistas.

O pensamento de Morin destacou-se pela defesa de uma educação capaz de formar pessoas críticas, complexas e humanas diante dos desafios do século XXI. Ele é visto como um dos principais teóricos da complexidade, com contribuições em diversas áreas.

Ao longo de sua carreira, Morin desenvolveu o Pensamento Complexo, defendendo a interconexão entre saberes para lidar com incertezas. Entre suas obras está a coleção O Método, publicada entre 1977 e 2004, em seis volumes.

Sua atuação incluiu atuação acadêmica ligada a instituições de pesquisa em Paris, além de funções de liderança no Centre d’Études Transdisciplinaires da École des Hautes Études en Sciences Sociales. Mais tarde, foi ligado ao CNRS, contribuindo como Diretor de Investigação e, posteriormente, Diretor Emérito.

Além da filosofia, Morin teve atuações em educação, estudos de mídia, ecologia, ciência política e antropologia visual. A obra dele continua a influenciar estudos sobre complexidade e educação em múltiplas disciplinas.

A comunidade acadêmica e instituições associadas ao pesquisador divulgaram mensagens de homenagem, ressaltando o alcance internacional de Morin e seu papel como referência no pensamento integrativo. A confirmação da morte foi anunciada por entidades ligadas ao pesquisador.

A notícia permanece em atualização, com detalhes adicionais sobre a cerimônia de despedida e os impactos de sua produção intelectual para campos variados. Morin deixa uma trajetória marcada pelo intercâmbio entre saberes e pela ideia de que o conhecimento deve conectar pessoas e perspectivas.

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