- Professores da USP manifestam solidariedade à Reitoria, aos colegiados e às direções, defendendo o diálogo como princípio da vida democrática e rejeitando práticas impositivas.
- A greve dos servidores técnico-administrativos começou em 14 de abril de 2026 e foi encerrada em 23 de abril, após acordo com a Reitoria.
- Em relação aos estudantes, houve três reuniões em abril com cerca de vinte horas de negociação; novas tratativas ocorreram em maio por meio de mediação, com encaminhamentos como aumento do PAPFE, expansão de bolsas PUB e criação de grupos de trabalho.
- Em permanência estudantil, a USP vem aumentando os recursos: de R$ 379 milhões em 2023 para R$ 461 milhões em 2026, com Crusp recebendo melhorias e novas previstas para 2026; a Prip foi criada na administração anterior para acompanhar essas ações.
- A suspensão da reunião do Conselho Universitário em 26 de maio, após episódios rejeitados por pró-reitores e direções, evidencia a importância de manter o funcionamento dos colegiados e a autonomia institucional; até o momento, 910 docentes assinam o documento de apoio.
O movimento divulgado pelos docentes da USP expressa solidariedade à Reitoria, aos colegiados e às direções de unidade diante de uma escalada de tensão institucional. A nota reforça que o diálogo é essencial à vida democrática e universitária, e que críticas, manifestações e divergências são legítimas quando acompanhadas de respeito às instâncias.
Segundo o documento, já houve espaço para negociação recente. A greve dos servidores técnico-administrativos, iniciada em 14 de abril de 2026, encerrou em 23 de abril após acordo com a Reitoria. Nas negociações com estudantes, ocorreram três reuniões em abril, totalizando cerca de 20 horas, e novas reuniões em maio.
A régua de permanência estudantil é destacada, com avanços como aumento do PAPFE, ampliação de bolsas PUB e criação de grupos de trabalho para diversas frentes. O total disponível para auxílios subiu de 379 milhões em 2023 para 461 milhões em 2026, com melhorias no Crusp já implementadas.
Avanços e negociações
A nota também ressalta que a USP tem promovido ações da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (Prip), criada na gestão anterior, para ampliar inclusão. A instituição afirma que mudanças exigem análise técnica, responsabilidade com recursos públicos e deliberação institucional.
O documento registra ainda interrupção da reunião do Conselho Universitário em 26 de maio, após episódios repudiados por pró-reitores e dirigentes. A prática reforça a necessidade de funcionamento regular dos colegiados e da autonomia universitária, mantendo o diálogo institucional como ferramenta de construção coletiva.
Desempenho da permanência estudantil
Os docentes destacam que a negociação não implica atendimento automático de todas as demandas, especialmente as extemporâneas. O texto defende que decisões devem ser tomadas com base na legalidade, na gestão responsável dos recursos e na participação das instâncias competentes.
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