- Cíntia Chagas explicou que não se identifica como feminista porque acredita que o rótulo dificultaria sua comunicação com mulheres conservadoras.
- Ela ganhou destaque ao lançar um livro sobre feminismo em parceria com a ex-deputada Manuela D’Ávila, resultado de um debate elogiado por promover diálogo entre visões distintas.
- Em podcast no YouTube, a educadora afirmou que evitar o rótulo é estratégico para manter alcance entre o público conservador.
- A autora comentou ter sido acolhida por mulheres feministas após relatar violência doméstica, e ressaltou que o tema violência contra a mulher ficou muito associado ao feminismo.
- Ela disse ter perdido cerca de duzentos mil seguidores ao abordar a pauta da violência contra a mulher.
Cíntia Chagas, professora e influenciadora, explicou por que não usa o rótulo feminista em suas mensagens públicas. Ela diz que adotar a identificação pode reduzir a divulgação de suas pautas entre mulheres conservadoras.
A educadora ficou em evidência nos últimos meses ao lançar um livro sobre feminismo em parceria com a ex-deputada Manuela D’Ávila. O projeto surgiu de um debate entre as duas figuras, que foi elogiado por promover diálogo entre visões distintas.
Chagas enfatiza que o objetivo de suas ações atuais é ampliar o alcance entre diferentes segmentos do público, inclusive mulheres conservadoras, com maior vulnerabilidade histórica em temas de violência.
A entrevistada afirmou que, ao tratar de violência contra a mulher, houve queda no número de seguidores de suas plataformas, o que, segundo ela, reforça a percepção de que o tema ainda gera resistência entre parte do público.
Durante participação no podcast RivoTalks, disponível no YouTube, a educadora alegou que manter a identificação como feminista poderia dificultar a comunicação com o grupo que pretende alcançar sem perder interlocutores importantes.
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