- Estudo de doutorado da USP (FFLCH) analisa a relação entre hip-hop e educação emancipadora, destacando a valorização da diversidade étnico‑racial.
- Objetivos incluem evidenciar o caráter transdisciplinar e contribuir para as Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que tratam de História e Cultura Afro‑Brasileira, Afro‑Brasileira e Indígena.
- Metodologia baseada em pesquisa em ação com docência compartilhada e as pedagogias do hip‑hop, em uma escola no Capão Redondo, zona sul de São Paulo.
- O Capão Redondo é descrito como território com forte presença cultural de hip‑hop desde as décadas de 1980 e 1990, onde a prática já atua como educador comunitário.
- A tese ganhou versão em livro, Hip‑Hop: pedagogia e as vozes periféricas, pela Giostri Editora, lançado em 30 de maio, na estação São Bento, em São Paulo.
Na edição desta quinta-feira do programa Os Novos Cientistas, o foco é a relação entre hip-hop e educação emancipadora. A pesquisadora é Cristiane Correia Dias, conhecida como Bgirl Cris, autora da tese defendida na USP.
O estudo, realizado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, valoriza a diversidade étnico-racial. O objetivo central é entender o papel do Hip-hop como ferramenta pedagógica no ensino público.
A pesquisadora afirma que o trabalho é transdisciplinar, com uma metodologia de pesquisa em ação aliada à docência compartilhada e às pedagogias do Hip-hop.
A pesquisa foi desenvolvida em uma escola do Capão Redondo, zona sul de São Paulo, região marcada pela presença cultural do hip-hop desde as décadas de 1980 e 1990, quando o movimento já atuava como educador comunitário.
A tese ganhou versão em livro, intitulado Hip-Hop: pedagogia e as vozes periféricas, pela Giostri Editora. O lançamento ocorreu no último dia 30 de maio, na Estação São Bento, no centro de São Paulo.
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