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Radioagência Nacional é finalista em concurso de podcast jornalístico

Radioagência Nacional é finalista em concurso de jornalismo ambiental com o podcast infantil Crianças Sabidas, em defesa de povos tradicionais

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  • A Radioagência Nacional ficou entre as finalistas do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira, na categoria Iniciativa de educação midiática envolvendo defesa do meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais.
  • O anúncio foi feito nesta terça-feira, e a cerimônia de entrega ocorre na quinta-feira, no Itamaraty, em Brasília.
  • O podcast Crianças Sabidas – Série Trilhinhas Amazônicas aborda a importância da Amazônia como reguladora do clima global, conectando temas da COP trinta ao público infantil.
  • A produção é baseada na série Trilhas Amazônicas, com roteiro, apresentação e montagem de Akemi Nitahara; participação de duas crianças, com 10 e 12 anos.
  • O concurso é apoiado por órgãos públicos e internacionais, com prêmio total de 300 mil reais para os cinco melhores classificados em cada categoria.

O podcast Crianças Sabidas – Série Trilhinhas Amazônicas, da Radioagência Nacional, está entre os finalistas do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais. A indicação foi anunciada nesta terça-feira (9). A premiação ocorre nesta quinta-feira (11), no Itamaraty, em Brasília (DF).

O material concorre na categoria Iniciativa de educação midiática envolvendo proteção ambiental, povos indígenas ou comunidades tradicionais. Em linguagem acessível, o episódio aborda a Amazônia como reguladora do clima global e destaca a crise climática na região, com relação à COP30 realizada em Belém no ano passado.

A obra é fruto da adaptação da série Trilhas Amazônicas, liderada pelo jornalista Rafael Cardoso e pela fotojornalista Tânia Rêgo. Akemi Nitahara roteirizou e apresentou, com Beatriz Arcoverde na edição; Maria Eduarda Arcoverde (10) e Caetano Faria (12) participam da apresentação.

Para a diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira, a presença entre finalistas reforça o papel da comunicação pública em temas socioambientais e na valorização de comunidades tradicionais. Ela destaca o compromisso técnico da equipe.

Akemi Nitahara, autora do roteiro, destacou satisfação com a indicação, ressaltando que o prêmio está alinhado ao objetivo de levar jornalismo público de qualidade à infância. A premiação visa ampliar a visibilidade de causas sociais relevantes.

Finalistas e premiação

Outras produções da EBC também foram reconhecidas no concurso, abrangendo fotojornalismo, audiovisual e podcasts. A ação envolve o Fundo de Direitos Difusos e apoio de órgãos como Unesco e setores do governo federal.

Na área de fotojornalismo, Tânia Rego integra reportagens sobre áreas de retomada Guarani em MS. Em audiovisual, a série Caminhos da Reportagem recebeu duas edições da TV Brasil. O podcast Identidade Ancestral também foi classificado.

A premiação distribuirá 300 mil reais entre os cinco melhores classificados de cada categoria, com valores de até 30 mil reais para o primeiro lugar. A comissão julgadora reuniu jornalistas, especialistas e lideranças.

Sobre o concurso e critérios

O certame é organizado pela Secom/PR, com apoio do MJSP e parceria de outros ministérios, além de apoio da Unesco. A seleção considerou qualidade técnica, relevância social e impacto informativo, segundo o edital.

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