- Rafael Barros Uchoa, aluno do 7º B, criou uma ação na Escola Nova by SIS que associa preservação ambiental à arrecadação de resíduos do verso das figurinhas (liner.
- Bia Secchin de Sá desenvolveu o projeto como parte do CAS, componente do Programa do Diploma do International Baccalaureate.
- A ideia nasceu ao perguntar para onde vai o liner após as figurinhas serem coladas; o liner tem camada de silicone que torna a reciclagem difícil.
- A campanha faz parte do Álbum Gigante da Copa, um mural colaborativo que reúne estudantes de diferentes idades e culturas.
- Também há intervenções artísticas na quadra, com pinturas de bandeiras, silhuetas de jogadores e outros elementos da Copa feitos pelos alunos.
Caso de estudo: estudante transforma álbum da Copa em campanha ambiental
A iniciativa surge na Escola Nova by SIS, com Rafael Barros Uchoa, do 7º B, como idealizador. A ação associa a paixão pelo futebol à conscientização ambiental, promovendo participação da comunidade escolar.
Bia Secchin de Sá, aluna envolvida no CAS do IB, desenvolveu o projeto como parte obrigatória do Programa do Diploma. A proposta busca identificar desafios reais e oferecer soluções com impacto social.
A ideia nasceu ao questionar o destino do liner, a película do verso dos adesivos usada no álbum. O liner impede a aderência das figurinhas e é difícil de reciclar nos sistemas convencionais.
O desafio técnico envolve a camada de silicone do liner, que dificulta o processamento pelas cooperativas de reciclagem. Em resíduos comuns, ele costuma ir para aterros sanitários.
Quando coletado separadamente, o liner pode ser encaminhado a empresas especializadas para reciclagem, reduzindo o impacto ambiental associado ao descarte de figurinhas.
A Copa em vários aspectos
A campanha integra o Álbum Gigante da Copa, um mural colaborativo criado pelos alunos. O espaço valoriza a troca de experiências entre diferentes faixas etárias e reforça o senso de comunidade escolar.
Além de reunir figurinhas, o projeto incentiva relatos sobre o Mundial em distintas partes do mundo. Estudantes compartilham tradições, costumes e formas de torcer em seus países de origem.
Intervenções artísticas também fazem parte da programação. A quadra da escola ganhou pinturas de bandeiras, silhuetas de jogadores e bolas de futebol criadas pelos próprios alunos.
Entre na conversa da comunidade