- A Prova Paulista terá pela primeira vez uma versão acessível para estudantes da educação especial, nesta terça-feira.
- O conteúdo é o mesmo da avaliação regular, mas com adaptações de linguagem e recursos de acessibilidade.
- A Seduc-SP oferece intérprete de Libras, ledor, salas extras e tempo adicional para quem precisa.
- A segunda avaliação do bimestre será aplicada até 19 de junho em mais de cinco mil escolas estaduais.
- A expectativa é de participação de cerca de 2,2 milhões de estudantes.
A Secretaria estadual da Educação de São Paulo lançou nesta terça-feira a primeira versão acessível da Prova Paulista, destinada a estudantes da educação especial. A avaliação, que mede o desempenho na rede pública, manterá o conteúdo cobrado dos demais alunos, mas contará com adaptações de linguagem e recursos de acessibilidade para língua portuguesa e matemática.
Entre as medidas, estão disponibilizados intérpretes de Libras, ledor para leitura de textos, salas com condições diferenciadas e tempo adicional para a realização das provas. A iniciativa busca assegurar igualdade de oportunidades sem alterar o conteúdo avaliativo.
A Prova Paulista do segundo bimestre será aplicada até 19 de junho em mais de 5.000 escolas estaduais. Ao todo, cerca de 2,2 milhões de estudantes devem participar da avaliação, que ocorre em todo o estado.
Recursos de acessibilidade
A Seduc-SP detalha que as adaptações não modificam os enunciados nem o escopo das questões, apenas facilitam o entendimento e a participação de alunos com necessidades especiais. As medidas visam atender à diversidade da rede estadual sem comprometer a comparabilidade dos resultados.
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