- Professores da CNTE encerraram, nesta semana, 20 dias de greve na Cidade do México.
- O grupo tentou boicotar o início da Copa, mas acessos ao estádio Azteca foram blindados pelas autoridades.
- Também houve impedimento de chegar ao Zócalo, palco da fan fest da Copa.
- Demandam 100% de aumento salarial e a revogação da lei de pensões.
- A presidente Claudia Sheinbaum afirmou não reprimir nem ceder a provocações; o centro da cidade sofreu bloqueios de dezenas de estabelecimentos.
Na Cidade do México, professores da CNTE encerraram um movimento de greve de 20 dias. O grupo decidiu pôr fim aos protestos de rua neste sábado, 20 de junho, após tentativa de boicotar a abertura da Copa do Mundo na capital.
A ala dissidente da educação exigia reajuste salarial de 100% e a revogação de uma lei de pensões. Durante o movimento, houve bloqueios no centro da cidade e no acesso ao estádio Azteca, onde não houve abertura de entrada para o público.
Além do entorno do estádio, o bloqueio atingiu a área do Zócalo, onde acontecia a fan fest da competição, com restrições para o público. O governo afirmou que não haverá repressão nem cedência a provocações, buscando diálogo.
Encerramento do protesto
Pedro Hernández, representante da CNTE na Cidade do México, afirmou que a luta não terminou e que a mobilização continua como estratégia de pressão. A declaração foi dada após a decisão de encerrar o movimento neste fim de semana.
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