- Programa Labic Biomas foi lançado no Rio de Janeiro, em 26 de junho de 2026, para formar lideranças comunitárias e fortalecer redes de comunicação nos biomas brasileiros.
- A meta é formar cerca de quatro mil pessoas, com foco na desinformação, exclusão digital e acesso às tecnologias digitais.
- O projeto é conduzido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura, integrando a Rede de Formação em Cultura Digital (Labic Brasil).
- Serão ações formativas em seis biomas: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa, com seleção de trinta coletivos/projetos regionais para atuar no território.
- A atuação do Labic Biomas envolve formação técnica, acadêmica, cultural e prática, com atenção às interações entre cultura, meio ambiente e mudanças climáticas, incluindo ações presenciais e remotas em cidades pequenas.
O Labic Biomas é um programa nacional de formação em cultura digital lançado na sexta-feira (26 jun. 2026), no Rio de Janeiro. A iniciativa reúne a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o Ministério da Cultura, por meio da Sefli, para fortalecer redes locais de comunicação dos biomas brasileiros e preparar lideranças para enfrentar desinformação e exclusão digital. A meta é formar cerca de 4.000 pessoas.
A ação integra a Rede de Formação em Cultura Digital – Labic Brasil e envolve territórios da Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa. O foco está em agentes culturais, comunicadores e liderança comunitária, com formação técnica, acadêmica e prática, conectando políticas públicas, cultura, meio ambiente e clima.
Biomas digitais
Ao explicar o projeto, o secretário Fabiano Piúba destacou a dupla dimensão cultural e tecnológica, com ênfase em juventude, coletivos, movimentos sociais e comunidades. O objetivo é articular políticas públicas com práticas culturais locais nos territórios.
A pró-reitora Ivana Bentes, da UFRJ, ressaltou que o Labic Biomas trabalha as tradições de cada bioma e estrutura uma formação sólida em cultura digital para ações culturais. A ideia é enfrentar o negacionismo climático e debater IA de forma alinhada aos interesses regionais.
A seleção abrange cinco macrorregiões do país, com início de execução já no segundo semestre de 2026. Serão escolhidos 30 coletivos e projetos regionais para atuação nos seus territórios, promovendo memória, cultura popular e tecnologias sociais.
A proposta também prioriza cidades menores, diferente do ciclo anterior. Entre as ações, há formação presencial local e atividades remotas, ampliando o alcance e fortalecendo redes regionais de comunicação nos biomas.
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