Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Texas inclui livros da Bíblia na leitura obrigatória das escolas

Texas aprova lista obrigatória de leituras em escolas, incluindo trechos da Bíblia; implementação começa em 2030-2031, gerando debate sobre igreja e estado

Imagem da Bíblia Sagrada. (Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo /Arquivo)
0:00
Carregando...
0:00
  • O Conselho Estadual de Educação do Texas aprovou lista obrigatória de leituras para escolas públicas, com passagens da Bíblia entre os textos.
  • A implementação será gradual, começando no ano letivo de 2030-2031, inicialmente para o ensino fundamental.
  • Além da Bíblia, a lista inclui obras de Charles Dickens, William Shakespeare e textos históricos dos EUA, com trechos bíblicos distribuídos por série.
  • Defensores afirmam relevância histórica, literária e cultural; críticos alertam para questões de separação entre igreja e estado e falta de diversidade.
  • A decisão faz parte de um movimento maior no Texas de ampliar referências religiosas nas escolas, já com leis e medidas relacionadas a símbolos e capelas.

O Conselho Estadual de Educação do Texas aprovou nesta sexta-feira a criação de uma lista obrigatória de obras literárias para escolas públicas do estado. Entre os textos obrigatórios estão passagens da Bíblia, integrando o currículo.

A decisão, aprovada por 9 votos a 5, tem apoio da base republicana. A implementação será gradual, começando no ano letivo de 2030-2031, inicialmente para o ensino fundamental.

A medida nasce de uma lei estadual de 2023 que determina listas obrigatórias por série, do jardim de infância ao ensino médio. Professores ainda poderão sugerir leituras adicionais, mas devem seguir a lista estadual.

Conteúdo da lista e exemplos

A lista incorpora trechos bíblicos distribuídos por série, como Genesis, Êxodo, e passagens do Novo Testamento, além de trechos de Jonas e dos Salmos. Também incluem obras clássicas de Dickens e Shakespeare, e discursos históricos dos EUA.

Defensores argumentam que a Bíblia tem valor histórico, literário e cultural e que suas referências ajudam a entender a formação dos EUA. O grupo republicano aponta que tradições judaico-cristãs são parte da história do país.

Críticos avaliam que a medida privilegia o cristianismo e pode ferir a separação entre Igreja e Estado. Grupos de defesa das liberdades civis dizem que reduz a autonomia de professores e restringe escolhas pedagógicas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais