- Teorias conspiratórias afirmam que a White Star Line trocou as identidades de Olympic e Titanic para fraudar seguro, envolvendo J. P. Morgan, J. Bruce Ismay e o capitão Edward J. Smith.
- A ideia é que o Olympic, já danificado, fosse usado como Titanic para simular acidente, receber indenização de setecentos e cinquenta mil libras e manter o navio novo para ligar Europa aos Estados Unidos.
- A suposta trama previa que o Titanic afundaria no quinto dia de viagem, com resgate controlado, mas o plano falhou após o acidente ocorrer 24 horas antes do previsto.
- Segundo os defensores da teoria, houve auxílio de outros navios (incluindo o Californian) e de um terceiro barco de resgate, com sinais e luzes que teriam confundido a tripulação e atrasado o socorro.
- Além dessa teoria, existem versões que citam submarino alemão, luzes avistadas por sobreviventes e até uma história envolvendo a múmia Amen-Ra no British Museum; fatos confirmados incluem que o Carpathia resgatou 706 passageiros.
Em 1912, o naufrágio do Titanic sobressaiu como o pior desastre marítimo da época, com cerca de 1.500 mortes. A teoria central de alguns autores sustenta que a White Star Line teria manipulado identidades entre seus transatlânticos para abrir caminho a um seguro milionário, preservando o Olympic intacto.
Segundo os defensores da teoria, o plano envolvia Morgan e Ismay, sócios da White Star, e o capitão Edward J. Smith. A premissa era trocar os navios, afundar o Titanic intencionalmente e usar o seguro para recompor perdas, mantendo o Olympic em operação. A rapidez do choque seria parte do golpe.
Os relatos divergem sobre detalhes: há menções a uso de outros navios no cenário de resgate, sinais de sobreviventes, e até ligações com eventos como luzes avistadas ou submarinos alemães. Pesquisadores apontam que o Carpathia chegou antes do Californian, e que houve falhas logísticas de socorro, mas as teorias conspiratórias não são comprovadas.
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