- Dimitri Baksheev e Natalia Baksheeva, casal de Krasnodar, sul da Rússia, são acusados de ter cometido ao menos trinta homicídios desde 1999, com atuação em um complexo militar e em um apartamento no bloco de prédios.
- Em setembro de 2017, pedaços desmembrados de uma jovem foram encontrados na academia de força aérea, dentro de um balde e de uma mochila de Dimitri; o celular dele trazia uma selfie dele mordendo uma mão decepada.
- A investigação levou à residência do casal, onde havia restos de corpos no porão, membros mutilados conservados em vinagre, latas com carne humana cozida e 19 fatias de pele, com a cozinha parecendo um açougue.
- Natalia confessou parte das acusações, afirmando que a última vítima foi a garçonete Elena Vashrusheva, 35 anos, assassinada após encenação de ciúmes.
- Entre os modos de atuação, o casal atraía vítimas por apps de relacionamento ou pela vizinhança, os sedava com vodca misturada a Covalol e executava no primeiro encontro; também vendia iguarias feitas com carne humana a comércios locais.
Dimitri Baksheev e Natalia Baksheeva, casal residente em Krasnodar, sul da Rússia, são acusados de cometer assassinatos e consumo de carne humana desde 1999. O caso ganhou notoriedade após a descoberta de evidências macabras em 2017 e segue em investigação, sem julgamento.
Polícia revelou que Natalia, enfermeira na academia da força aérea local, e Dimitri mantinham uma segunda residência em um apartamento dentro do complexo militar. Pedaços de vítimas e vestígios de violência foram encontrados em diferentes locais ligados ao casal.
Detalhes do caso
Em setembro de 2017, pedaços desmembrados de uma jovem foram encontrados na academia, em um balde e numa mochila de Dimitri. Uma selfie dele mordendo uma mão decepada também foi localizada em seu celular.
Ao serem investigados, os investigadores encontraram no apartamento do casal partes de corpos no porão, corpos mutilados conservados em vinagre, latas com carne humana cozida e 19 fatias de pele. Testemunhas associaram os itens a pelo menos oito vítimas.
Confissão e modus operandi
A intensa soma de evidências levou Natalia a confessar parcialmente os crimes. A última vítima, segundo ela, foi Elena Vashrusheva, 35 anos. O casal supostamente a levou para casa, encenou uma crise de ciúme e Natalia cometeu o ataque.
Durante o interrogatório, Natalia explicou que procuravam vítimas em sites e aplicativos de relacionamento, convidavam para conversa, levavam-nas ao apartamento e executavam-nas no primeiro encontro. Outra tática envolvia conhecer pessoas na vizinhança, criar amizade e finalizar com violência.
Dinâmica dos crimes e vínculo com terceiros
Segundo o relato, o casal oferecia vodka com Covalol, um sedativo potente, antes de agir. Em seguida, encenavam ciúmes para mulheres ou trocavam os papéis com homens. Também houve versão de que Dimitri açoitava com o objetivo de exigir fidelidade.
Relatos indicam que parte da renda foi obtida vendendo refeições feitas com matéria-prima humana a comércios locais e cadetes da academia. Havia vídeos gravados, supostamente ensinando a preparar as iguarias canibais.
Justiça, evolução e status atual
Na ocasião das investigações, a polícia encontrou bolsas com pertences das vítimas e fotos do casal posando com partes de corpos. Uma imagem marcante mostra uma cabeça entre laranjas, com a data de 1999 no verso, associada ao início dos crimes.
Um sobrevivente, Sergei Labinstev, passou por um ataque seis semanas antes dos fatos investigados e conseguiu fugir. Em outubro, Natalia recuou em partes da confissão; em novembro, surgiu Roman Sidorov, apontado como possível cúmplice/isca.
Os criminosos permanecem presos, separados para garantir a segurança de ambos. O caso está em andamento e ainda não houve julgamento.
Fontes
RT, Daily Mail, Independent, Mirror, Washington Post, USA Today, The Sun, BBC, New York Post
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