- A partir de 37 semanas, o bebê não é mais considerado prematuro; os órgãos estão formados, mas os pulmões precisam amadurecer, e o peso fica entre 2,110 e 3,580 quilos, com cerca de 48,5 centímetros de comprimento.
- O ideal é o trabalho de parto começar por conta própria; 39 semanas completas é o marco para cesáreas eletivas em gestações de risco.
- O bebê costuma se mover bastante e, se estiver de cabeça para baixo, isso facilita o parto; se estiver deitado, pode ser tentada a versão cefálica externa (VCE).
- A partir deste estágio, o peso do útero aumenta, o que pode provocar desconforto; pés incham mais com calor e é comum precisar colocar os pés para cima e usar calçados confortáveis.
- O acompanhamento pré-natal torna-se semanal; procure atendimento se houver dor de cabeça forte, inchaço súbito, vômitos, sangramento vaginal ou o bebê parecer muito parado.
Com 37 semanas de gestação, o bebê já não é considerado prematuro, embora os pulmões ainda exijam amadurecimento. A mãe pode sentir inchaço, especialmente nos pés, e deve manter a mala da maternidade pronta para o parto.
O peso do bebê varia entre 2,110 e 3,580 kg, e o comprimento fica em torno de 48,5 cm. O objetivo do feto é ganhar peso para ter reservas ao nascer, quando ocorrer o contato olho no olho com a mãe.
A ansiedade de ver o rosto do bebê ainda aumenta, mas é recomendado aguardar o início do trabalho de parto de forma natural. O nascimento antes das 39 semanas pode exigir suporte respiratório para o recém-nascido.
Desenvolvimento do bebê nesta fase
Se nascer a partir de 37 semanas, o bebê não é mais classificado como prematuro, mas pode precisar de apoio respiratório devido à imaturidade pulmonar. Muitos especialistas orientam aguardar até 39 semanas completas, especialmente em gestações de risco.
Movimentação intrauterina continua intensa, embora com menos espaço. Em posição cefálica (cabeça para baixo) facilita o parto; em posição pélvica, pode haver indicação de versão cefálica externa (VCE) em hospital.
Mudanças no corpo da grávida
O útero em crescimento aumenta a pressão sobre a pelve, gerando desconfortos ao se virar na cama. A amamentação de rotina requer movimento com cautela. A-pressão arterial deve ser monitorada e sinais de alerta devem levar a atendimento imediato.
O inchaço tende a piorar com o calor; pés inchados pedem repouso com as pernas elevadas e calçados confortáveis. Os pés podem permanecer inchados por cerca de 15 dias após o parto.
Acompanhamento pré-natal e quando buscar ajuda
Consultas semanais do pré-natal são recomendadas pela Saúde. Dúvidas sobre sintomas, dor de cabeça forte, inchaço súbito, vômitos ou sangramento devem levar a avaliação médica imediata.
Profissionais de saúde verificam pressão arterial e vitalidade do bebê. Em muitos casos, agestante recebe orientações para retornar ao lar com monitoramento de sinais de preocupação.
Preparativos para o parto
É hora de deixar a mala da maternidade pronta, com roupinhas, documentos e itens de acompanhantes. Listas de última hora ajudam a evitar esquecimentos, como identidade, caderneta da gestante, celular, carregador e itens para crianças já existentes, se houver.
A reta final da gestação costuma trazer ansiedade elevada, pois a janela de nascimento efetiva ocorre entre 39 e 41 semanas, com possibilidade de até 42 semanas em algumas situações. A maioria dos serviços no Brasil tende a agir para nascimentos até as 41 semanas.
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