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28 semanas de gravidez: principais mudanças e cuidados

Com 28 semanas, gestante entra no terceiro trimestre; bebê pode já estar de cabeça para baixo e surgem contrações de treinamento, com direito ao acompanhante

28 semanas de gravidez
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  • Aos 28 meses de gestação, a mulher entra no terceiro trimestre, com o bebê pesando entre 890 g e 1,365 kg e medindo cerca de 37,5 cm; movimentos do bebê ajudam indicar se está de cabeça para baixo, e podem ocorrer contrações de treinamento.
  • O feto já tem pálpebras que se abrem e fecham e o sistema nervoso central já pode conduzir movimentos respiratórios rítmicos e regular temperatura corporal; ainda há espaço para cambalhotas até o parto.
  • Contrações de treinamento (Braxton-Hicks) são comuns, não costumam doer nem alterar o colo do útero; deve-se monitorar quando duas ou mais contrações vêm seguidas ou ficam mais fortes.
  • A prática de atividades físicas é incentivada no terceiro trimestre, com adaptações de intensidade; caminhadas de 30 a 40 minutos, cinco dias por semana, são recomendadas pela Sociedade Brasileira de Diabetes, com alimentação e hidratação adequadas.
  • A lei 11.108/2005 garante direito a um acompanhante durante pré-parto, parto e pós-parto imediato; o acompanhante pode ser trocado durante a internação, e o plano de parto deve sinalizar essa preferência para esclarecer procedimentos na maternidade.

Com 28 semanas de gestação, a gravidez entra no terceiro trimestre. O bebê já pode estar de cabeça para baixo; a mãe pode sentir contrações de treinamento. O peso varia entre 890 g e 1,365 kg, e o feto mede cerca de 37,5 cm.

Nessa fase, as pálpebras já abrem e fecham. O sistema nervoso central já coordena movimentos respiratórios rítmicos e regula a temperatura. Ainda há espaço para o bebê mudar de posição até o parto.

Movimentos internos ajudam a identificar a posição do bebê. Quem sente mais as mexidas costuma perceber braços e pernas em destaque. Em alguns casos, o bebê permanece sentando até o nascimento.

Quando o bebê fica pélvico, o pediatra pode indicar ultrassonografia entre 4 e 6 semanas de vida para descartar displasia de quadril. Nos EUA, o exame é recomendado para meninas com parto pélvico.

A displasia de quadril é mais comum em bebês que ficam sentados no útero, em meninas, na primeira gravidez, em bebês grandes e com pouco líquido amniótico. Com tratamento adequado, o quadril se desenvolve normalmente.

A estimativa de peso não é constante. O intervalo de peso aumenta com o tempo, pois bebês podem nascer menores ou maiores do que a média. A ultrassonografia ajuda a monitorar se há necessidade.

Contrações de treinamento, características da Braxton-Hicks, aparecem com o terceiro trimestre. A barriga fica dura por momentos, sem dor, e não alteram o colo do útero.

Diferem das contrações de trabalho de parto verdadeiro, que dilatam o colo. Se houver duas ou mais contrações próximas, alongue o descanso, hidro, e monitore. Procure atendimento se persistirem ou ficarem mais intensas.

A prática de atividades físicas continua importante. Adapte exercícios para manter equilíbrio e reduzir quedas. Caminhadas de 30 a 40 minutos, cinco dias por semana, são recomendadas.

Caso haja sangramento, ameaça de parto prematuro, pré-eclâmpsia ou placenta previa, exercícios devem ser suspensos. Discuta com o médico e ajuste a rotina conforme orientação profissional.

Caminhar acompanhado pode tornar o treino mais agradável. Se não for possível, escolha um programa que combine com seu gosto. Use tênis confortável, lave bem a hidratação e permita pausas.

Separador visual ilustrativo sobre preparativos na gravidez

Preparativos de gestante: conheça a lei do acompanhante no parto

A lei 11.108/2005 garante o direito a um acompanhante durante pré-parto, parto e pós-parto imediato. O acompanhante pode ser trocado ao longo da internação.

O pós-parto imediato envolve até dez dias após o nascimento. A lei não pune hospitais que não cumprirem o direito; na prática, restrições costumam ocorrer.

Informe-se com antecedência sobre as regras da instituição onde pretende parir e inclua no plano de parto a ideia de acompanhar. Em alguns locais, homens não são permitidos em quartos coletivos no pós-parto.

O acompanhante atua no suporte emocional e em questões práticas. De preferência, ele deve conhecer o plano de parto e os desejos da gestante para facilitar a comunicação com a equipe médica.

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