- Um parque eólico com vinte turbinas de cerca de 200 metros seria instalado perto de Stang Forest, entre Arkengarthdale e Teesdale, no entorno de yorkshire Dales.
- O Hope Moor Wind Farm Action Group foi criado por moradores para opor o projeto, dizendo que o empreendimento prejudicaria habitats sensíveis e a paisagem.
- A Fred Olsen Renewables afirmou que a Hope Moor Wind Farm poderia gerar energia para aproximadamente 81 mil casas e empresas, com consultas programadas ao longo de 2026 e envio do pedido em 2027.
- Membros do grupo afirmam que a turbina seria visível a 75 milhas de distância, podendo ser vista de West Yorkshire, Teesside, Tyneside e Lake District.
- A equipe da Hope Moor reforça que ouvir os moradores faz parte da abordagem, e o grupo já soma mais de 400 membros nas redes sociais.
A proposta de um parque eólico com 20 turbinas, cada uma com cerca de 200 metros de altura, está em análise na borda dos Yorkshire Dales, entre Arkengarthdale e Teesdale. O parque, chamado Hope Moor Wind Farm, foi apresentado pela empresa Fred Olsen Renewables. A previsão é gerar energia para cerca de 81 mil lares, segundo a companhia.
Grupos locais foram formados para opor-se ao projeto, que stakeholders afirmam ser visível a uma distância de cerca de 75 milhas. A iniciativa ganhou o nome Hope Moor Wind Farm Action Group, reunindo membros que temem impactos sobre peatlands, aves e a paisagem. O grupo afirma que o empreendimento comprometeria um corredor de vida selvagem.
A empresa proponente disse que o feedback da população local é parte central da abordagem do projeto. Segundo a organização, ouvir as comunidades é essencial para o andamento das etapas previstas. O grupo de oposição contesta a densidade de impactos previstos na região.
Segundo o material oficial, as consultas públicas foram agendadas para decorrer ao longo de 2026, com a submissão de um pedido formal de aprovação prevista para 2027. A Hope Moor Wind Farm afirma manter um diálogo ativo com moradores e autoridades.
A crítica dos opositores destaca a importância das áreas de peatland para armazenamento de carbono e para a biodiversidade, além do papel do sítio como habitat de aves raras e protegidas. O grupo argumenta que o projeto pode trazer danos irreversíveis ao ecossistema local.
Kelly Wyness, gerente sênior do projeto, afirmou que mais informações serão divulgadas nas consultas públicas, previstas para abrir no início de 2026. A empresa enfatiza que é uma empresa familiar e que a escuta da comunidade está integrada às práticas.
As informações oficiais indicam que o objetivo do estudo é equilibrar a demanda por energia limpa com a preservação de habitats sensíveis. A notícia não traz pronunciamentos de autoridades regulatórias, apenas as informações divulgadas pela própria empresa e pelo grupo opositor.
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