- Elize Matsunaga, ex-prisioneira, foi vista nas ruas de Franca, interior de São Paulo, por um fã que revelou que ela voltou a atuar na área de confecção de roupas para pets.
- Em 2019, ainda presa em Tremembé, ela formalizou um Microempreendedor Individual (MEI) para confecção de roupas de pets; a empresa existe desde então.
- Em 2023, ela chegou a trabalhar como motorista de aplicativo, mas interrompeu a atividade por causa da exposição. A Uber e o 99 negaram vínculos; a Maxim afirmou não exigir antecedentes e elogiou a avaliação.
- Bruno Ferrari, nas redes sociais, informou sobre a nova profissão de Elize: customizar roupinhas para animais de estimação, marcando a continuidade de sua vida pública.
- O encontro entre Elize e o fã ocorreu em Franca, com Bruno destacando a cordialidade da ex-presidiária e a continuidade de sua atuação nesse setor.
Elize Matsunaga, ex-prisionária, foi vista novamente nas ruas de Franca, interior de São Paulo, anunciando uma mudança na atuação profissional. A aparição ocorreu recentemente e já se tornou pauta para fãs e veículos locais.
Segundo divulgação de Bruno Ferrari nas redes, ela trabalha agora com a confecção de roupas personalizadas para animais de estimação. A informação indica uma retomada de atividades no setor de moda pet, iniciada anos atrás.
Contexto anterior aponta que, em 2019, Matsunaga formalizou um MEI voltado à produção de roupas para pets, ainda durante o cumprimento de pena em Tremembé. Em 2023, chegou a atuar como motorista de aplicativo, mas a função durou poucos dias devido à alta exposição.
Repercussões sobre a atuação profissional foram relatadas por seu advogado, que afirmou que a profissão de motorista durou pouco tempo por causa da visibilidade. A empresa de transportes, na ocasião, negou vínculos com a ex-presidiária, mantendo que Elize prestava serviços ao aplicativo Maxim, sem exigência de antecedentes criminais.
Entre na conversa da comunidade