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Trabalhadora de creche em Sydney admite usar crianças para produzir material de abuso

Ex-policial inativo admite produção e posse de material de abuso infantil; 11 acusações aceitas, 20 retiradas; sentença em 30 de janeiro; ligação com material na dark web

The NSW premier, Chris Minns, has flagged tougher working-with-children requirements. Photograph: Carly Earl/The Guardian
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  • Um ex-policial inativo trabalhava clandestinamente em cuidados infantis em Sydney desde 2018, atuando em dezenas de centros OOSH e envolvendo cerca de 1.200 pais.
  • Ele é suspeito de produzir e possuir material de abuso infantil gravado com crianças, sendo a mais jovem 4 anos; as investigações o associam a material encontrado na dark web em junho de 2024.
  • Ao longo de anos, ele atuou em quase sessenta centros, incluindo escolas de alto nível, o que geroupreocupação entre pais e autoridades.
  • Na Justiça, ele se declarou culpado de onze acusações relacionadas à produção e posse de material de abuso infantil; vinte acusações foram retiradas; a sentença está prevista para 30 de janeiro e ele permanece em custódia.
  • As autoridades destacam a necessidade de ampliar a troca de informações sobre funcionários e discutir a criação de um registro nacional de trabalhadores, com apoio a vítimas disponível.

Um ex-policial inativo trabalhava clandestinamente em cuidados infantis e atuou em dezenas de centros OOSH em Sydney desde 2018, afetando 1.200 pais. A polícia não sabia do segundo emprego e houve pressão por registros nacionais de funcionários.

Ele se declarou culpado de 11 acusações de produção e posse de material de abuso infantil; 20 acusações foram retiradas. A defesa aguarda a leitura da sentença em 30 de janeiro e o réu permanece em custódia. O caso envolve material detectado na dark web em junho de 2024, com a vítima mais jovem possivelmente tendo 4 anos.

Contexto e desdobramentos

A investigação começou após a localização do material na dark web, levando à identificação de James em junho de 2024. O policial, que já havia deixado o cargo, atuava em cerca de 60 centros ao longo dos anos, incluindo escolas de Sydney.

A descoberta gerou preocupação entre pais e operadoras de cuidado infantil, levando à comunicação de aproximadamente 1.200 pais. Autoridades pedem maior compartilhamento de informações sobre funcionários e registro nacional de trabalhadores. O tema também influencia debates sobre supervisão e normas de contratação no setor.

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