- Tiago Pavinatto foi condenado a um ano e nove meses de prisão por calúnia, com substituição por serviço comunitário.
- Indenização de R$ 20 mil por danos Morais e multa de cerca de R$ 470 também foram determinadas; a queixa foi movida por Augusto de Arruda Botelho, ex-secretário nacional de Justiça.
- A sentença, proferida na sexta-feira passada, mantém a imputação de crime, apesar da defesa ter alegado contextualização jornalística e inexistência de crime.
- O juiz entendeu que houve dolo ao imputar conduta criminosa, mesmo Botelho já não ocupando o cargo, e reconheceu ciência da decisão ética por parte do ex-secretário.
- Em 15 de dezembro de 2025, Pavinatto publicou tweet mencionando a condenação e a punição.
O jornalista Tiago Pavinatto foi condenado a 1 ano e 9 meses de prisão por calúnia, com substituição por serviço comunitário. Além disso, terá que pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais e multa de cerca de R$ 470. A queixa foi movida em janeiro de 2025 pelo advogado e ex-secretário nacional de Justiça Augusto de Arruda Botelho.
A sentença foi proferida na última sexta-feira, dia 12. A defesa sustenta que as falas tinham contexto jornalístico e não configurariam crime, mas o juízo manteve a imputação. Foi reconhecido dolo ao imputar conduta criminosa, ainda que Botelho já estivesse fora do cargo na época.
Pavinatto também publicou, em 15 de dezembro de 2025, um tweet mencionando a condenação e a punição. Na decisão, o juiz ressalta que houve ciência da recomendação ética por parte de Botelho. O processo não trata de falas sobre a relação de Botelho com o diretor de compliance do Banco Master nem com o ministro Dias Toffoli.
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