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Pavinatto é condenado a indenizar advogado do caso Master em R$ 20 mil

Sentença de sexta-feira mantém dolo na calúnia de Tiago Pavinatto; pena substituída por serviço comunitário, indenização de R$ 20 mil e multa de cerca de R$ 470

Jornalista Tiago Pavinatto e advogado Augusto de Arruda Botelho. (Foto: Richard Lourenço/Rede Câmara SP; Rodrigo Costa/Alesp)
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  • Tiago Pavinatto foi condenado a um ano e nove meses de prisão por calúnia, com substituição por serviço comunitário.
  • Indenização de R$ 20 mil por danos Morais e multa de cerca de R$ 470 também foram determinadas; a queixa foi movida por Augusto de Arruda Botelho, ex-secretário nacional de Justiça.
  • A sentença, proferida na sexta-feira passada, mantém a imputação de crime, apesar da defesa ter alegado contextualização jornalística e inexistência de crime.
  • O juiz entendeu que houve dolo ao imputar conduta criminosa, mesmo Botelho já não ocupando o cargo, e reconheceu ciência da decisão ética por parte do ex-secretário.
  • Em 15 de dezembro de 2025, Pavinatto publicou tweet mencionando a condenação e a punição.

O jornalista Tiago Pavinatto foi condenado a 1 ano e 9 meses de prisão por calúnia, com substituição por serviço comunitário. Além disso, terá que pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais e multa de cerca de R$ 470. A queixa foi movida em janeiro de 2025 pelo advogado e ex-secretário nacional de Justiça Augusto de Arruda Botelho.

A sentença foi proferida na última sexta-feira, dia 12. A defesa sustenta que as falas tinham contexto jornalístico e não configurariam crime, mas o juízo manteve a imputação. Foi reconhecido dolo ao imputar conduta criminosa, ainda que Botelho já estivesse fora do cargo na época.

Pavinatto também publicou, em 15 de dezembro de 2025, um tweet mencionando a condenação e a punição. Na decisão, o juiz ressalta que houve ciência da recomendação ética por parte de Botelho. O processo não trata de falas sobre a relação de Botelho com o diretor de compliance do Banco Master nem com o ministro Dias Toffoli.

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