- O Parole Board rejeitou a libertação de David Norris, mantendo-o preso por causa do assassinato de Stephen Lawrence.
- Norris foi condenado em 2012 à prisão perpétua com pena mínima de 14 anos e três meses, junto com Gary Dobson, por ataque racial ocorrido em 1993.
- O jovem Stephen Lawrence, de 18 anos, foi morto após ser cercado por uma gangue branca em south‑east London, em 22 de abril de 1993, após sofrer insultos raciais.
- Norris reconheceu ter batido em Lawrence, mas negou ter brandido a faca ou ter preconceito explícito, recusando nomear os demais presentes.
- Das pessoas suspeitas, três permanecem sem condenação pelo homicídio e um possível sexto agressor morreu; evidências forenses e um vídeo de 1994 ligaram Norris ao local do crime.
O Parole Board negou a libertação de David Norris, um dos algozes de Stephen Lawrence, mantendo-o preso. Norris foi condenado em 2012 pelo homicídio, ocorrido em 1993, em south-east London, por ataque decorrente de ódio racial. A decisão mantém Norris com pena mínima de 14 anos e três meses.
Lawrence, então com 18 anos, foi esfaqueado próximo a um ponto de ônibus após insultos racistas de uma gang branca. A polícia ligou Norris ao ataque com base em evidências forenses e em vídeo de 1994 exibido no julgamento.
Durante o processo de apelação, Norris admitiu ter desferido um soco em Lawrence, mas negou ter brandido a faca ou ter preconceito expresso. Também se recusou a nomear os demais presentes no crime.
Contexto do caso
Documentos do Parole Board indicam que Norris disse, em outubro, que aceitaria suas ações da noite de 1993, mas mantém a posição de não possuir visões Racistas. O depoimento observa que ele não reconhece ter usado a faca.
A mãe e o pai de Stephen Lawrence — Doreen e Neville — exigiram que Norris identifique os demais presentes, como prova de remorso. A família tem buscado responsabilização coletiva por participação no homicídio.
Entre os suspeitos, três permanecem sem condenação pelo assassinato, e um possível sexto atacante morreu. As investigações em torno do caso continuam de forma não fornecida ao público.
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