- A Aneel determinou que as distribuidoras do Rio de Janeiro e de São Paulo reforcem planos de contingência diante de alertas de temporais, com caráter preventivo, sob risco de sanções em caso de descumprimento.
- Os planos devem prever mobilização adicional de equipes treinadas e procedimentos de interlocução com Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e autoridades locais em situações climáticas severas.
- Também devem incluir medidas para evitar acidentes com veículos de grande porte que possam tocar as redes durante deslocamentos, assegurando a segurança de pessoas e instalações.
- A medida acompanha a crise causada por vendaval histórico em São Paulo, que deixou quedas de árvores, cancelamentos de voos e semáforos desligados; o auge do apagão ocorreu na quarta-feira, quando mais de dois milhões de clientes ficaram sem energia.
- Na segunda-feira, cinco dias após o apagão, a fornecimento na Grande São Paulo havia sido normalizado pela Enel, mas 53 mil imóveis ainda estavam sem energia.
A Aneel determinou, nesta terça-feira (16), que as distribuidoras de energia do Rio de Janeiro e de São Paulo reforcem seus planos de contingência diante do alerta de temporais. A medida é de caráter preventivo e prevê sanções em caso de descumprimento.
No comunicado, a agência define que os planos devem incluir mobilização adicional de equipes treinadas para recomposição do sistema, caso haja falhas no fornecimento. Também incluem procedimentos de interlocução com Defesa Civil, Bombeiros e autoridades locais.
Outra exigência é prever ações para evitar acidentes com veículos de grande porte que possam tocar redes de distribuição, mantendo a segurança de pessoas e instalações. O objetivo é reduzir danos e assegurar a continuidade do serviço.
Contexto do ajuste ocorre após vendaval histórico em São Paulo, que causou quedas de árvores, cancelamentos de voos e desligamento de semáforos na capital e na região metropolitana. Na quarta-feira (10), mais de 2,2 milhões ficaram sem energia.
Na sequência, na segunda-feira (15), a Enel informou que o fornecimento já havia sido normalizado na Grande São Paulo. Ainda assim, segundo a empresa, 53 mil imóveis continuavam sem energia, número próximo à média habitual em dias normais.
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