- Neal Mohan, CEO do YouTube, disse em entrevista à Time que controla o tempo de uso das plataformas pelos seus filhos, sendo mais rígido durante a semana e mais flexível nos fins de semana.
- Ele defende que os pais devem ter liberdade para gerenciar o uso das redes sociais dos filhos de forma personalizada, dentro do funcionamento do YouTube.
- O YouTube criou o YouTube Kids em 2015 para oferecer conteúdo mais seguro a crianças, e Mohan diz que a plataforma busca facilitar o gerenciamento parental com diferentes abordagens familiares.
- Mohan tem dois filhos e uma filha.
- A atuação de Mohan se insere em uma tendência entre líderes de tecnologia de reconhecer impactos das mídias sociais no bem-estar infantil, com outros executivos também adotando controles para crianças.
Neal Mohan, CEO do YouTube desde 2023, afirmou em entrevista à Time que controla o tempo de uso de seus filhos nas plataformas, adotando mais rigidez durante a semana e maior flexibilização nos fins de semana. A revelação integra a tendência de líderes de tecnologia a limitar o tempo de tela de crianças.
O CEO tem dois filhos e uma filha. Em linha com a função do YouTube, Mohan destacou que pais devem ter liberdade para gerenciar o uso das redes sociais de seus filhos de forma personalizada, dentro do funcionamento da plataforma. O objetivo é facilitar o controle familiar sem padronizar abordagens.
O YouTube criou o YouTube Kids em 2015 para oferecer conteúdo mais seguro às crianças. Mohan afirmou que a empresa busca simplificar o gerenciamento por famílias com distintas estratégias, mantendo o equilíbrio entre privacidade, segurança e liberdade parental.
Contexto global sobre bem-estar digital
Especialistas destacam preocupações com os impactos do tempo online em crianças e adolescentes, defendendo restrições na faixa etária para smartphones e redes sociais. Autores e líderes da tecnologia têm promovido ou adotado medidas semelhantes de controle parental.
Entre exemplos relatados, Bill Gates disse que seus filhos receberam celulares apenas aos 14 anos. Mark Cuban também aplicou controles rígidos para monitorar atividades online. Susan Wojcicki, ex-CEO do YouTube, já havia dito que limitava o acesso aos vídeos para seus filhos, priorizando o YouTube Kids.
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