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Wassef, ex-advogado de Bolsonaro, é condenado por injúria racial no DF

Frederick Wassef é condenado no Distrito Federal por injúria racial; pena de um ano e nove meses pode virar penas restritivas e pagamento de R$ 6 mil, com recurso pendente

1 de 1 Frederick Wassef, advogado de Bolsonaro, teve celulares apreendidos em investigação sobre venda de joias — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
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  • Frederick Wassef, ex-advogado da família Bolsonaro, foi condenado no Distrito Federal por injúria racial.
  • A pena foi de 1 ano e 9 meses de detenção, a ser substituída por duas penas restritivas de direitos definidas pela vara de execução.
  • A defesa pode recorrer da decisão, e o g1 tentou contato com o advogado.
  • Detalhe da sentença: pagamento de 6 mil reais por dano moral, com correção desde a sentença e juros desde 2020.
  • O caso ocorreu em novembro de 2020, quando Wassef chamou uma funcionária de pizzaria de um shopping de Brasília de “macaca”; o réu negou as acusações, alegando engenharia criminosa.

Frederick Wassef, ex-advogado da família Bolsonaro, foi condenado no Distrito Federal por injúria racial. A pena é de 1 ano e 9 meses de detenção, que será substituída por duas penas restritivas de direitos a serem definidas pelo juízo da execução. A defesa pode recorrer da decisão. O g1 busca contato com o advogado.

A sentença determina ainda o pagamento de R$ 6 mil, corrigidos desde a sentença, com juros desde 2020, referentes ao dano moral da vítima. A vítima era uma funcionária de uma pizzaria localizada em um shopping de Brasília. A expressão usada foi classificada como inequívocamente ofensiva.

Conforme a decisão, em novembro de 2020 Wassef chamou a funcionária de macaca. A expressão foi considerada suficiente para evidenciar a intenção lesiva do réu. Durante o processo, ele negou as ofensas e alegou que os fatos teriam sido parte de uma engenharia criminosa.

Situação atual e possibilidade de recurso

A defesa pode recorrer da decisão. O juízo da execução definirá as duas penas restritivas de direitos. A vítima receberá o dano moral, com correção monetária desde a sentença e juros desde 2020. A investigação e o andamento processual foram conduzidos pela Justiça do DF.

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