- Lili De Grammont anunciou a morte do pai, o cantor Lindomar Castilho, aos 85 anos, pelas redes sociais.
- Ela publicou fotos com ele e comentou o crime de 1981 contra a ex-mulher Eliane De Grammont, relembrando o caso que chocou o Brasil.
- A filha afirma que um ciclo se encerra e reflete sobre vaidade, masculinidade tóxica, perdão e evolução pessoal.
- Lili relembra que Lindomar cumpriu pena e ganhou liberdade em 1996, ainda durante a prisão gravou o disco Muralhas da Solidão.
- Ela diz que perdoar não é simples, deseja que a alma dele se cure e que haja compreensão sobre as próprias escolhas.
Lili De Grammont informou a morte do pai, o cantor Lindomar Castilho, aos 85 anos, pelas redes sociais. Ela publicou fotos com ele e um texto sobre o crime cometido em 1981, que chocou o Brasil, envolvendo a ex-mulher Eliane De Grammont. A filha é a única filha do artista.
O crime ocorreu quando Lindomar, então separado de Eliane, entrou em um bar onde ela se apresentava e efetuou cinco disparos contra a ex-mulher. Eliane morreu no local. O artista cumpriu pena, ficando em regime semiaberto por seis anos e recebeu a liberdade em 1996.
Na publicação, Lili reflete sobre perdão e evolução pessoal, afirmando que o homem que cometeu o crime deixou de viver e que a família também morreu. Ela afirma desejar que a alma dele se cure e que haja transformação na masculinidade dele, encerrando um ciclo.
Contexto e reação
Lindomar Castilho gravou o disco Muralhas da Solidão enquanto cumpria pena. A notícia reitera que o crime permanece como marco na história da música brasileira. A filha reiterou que o texto expresso representa seu processo de luto e reflexão.
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