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Guarda compartilhada nas festas de fim de ano: entenda como funciona

Celebridades adotam guarda compartilhada no Natal e Réveillon; advogados ressaltam a importância de acordo escrito e mediação para proteger o bem-estar das crianças

Virginia, Ivete e Iza: como funciona a guarda compartilhada nas festas de fim de ano? — Foto: Reprodução/Instagram
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  • Famosos como Virginia Fonseca, Ivete Sangalo e Iza vão enfrentar pela primeira vez a guarda compartilhada durante o Natal e o Réveillon.
  • Virginia adiou a comemoração para os dias 22 e 23 de dezembro, ficando com as crianças no Natal, e terá a guarda completa no Ano Novo.
  • A legislação brasileira não estabelece datas específicas para feriados; é comum que os pais acertem, por escrito e, se possível, com homologação, como ficará a guarda.
  • Advogados destacam a importância do diálogo e do planejamento para evitar conflitos e proteger o bem-estar emocional das crianças, com mediação quando necessário.
  • Se não houver acordo, o Judiciário pode definir regras fixas ou ajustar o calendário para atender ao interesse da criança.

A guarda compartilhada durante as festas de fim de ano chega pela primeira vez a celebridades como Virginia Fonseca, Ivete Sangalo e Iza. O desafio é organizar datas entre Natal e Réveillon de forma a evitar conflitos e preservar o bem-estar emocional das crianças.

No caso de Virginia, a influenciadora já divulgou aos fãs que adiou a comemoração para os dias 22 e 23 de dezembro, ficando com as crianças nesses dias. No Réveillon, a guarda ficará com ela de forma completa. As informações são de veículos de divulgação e entrevistas com especialistas em direito de família.

Controle e acordo entre as partes

A legislação brasileira não impõe regras fixas para datas festivas entre pais separados. Por isso, advogados destacam a importância de acordos por escrito, preferencialmente homologados, que definam quem fica com os filhos em cada data. O diálogo entre as partes reduz tensões e oferece previsibilidade.

Especialistas apontam que planejamento prévio facilita a convivência com ambos os responsáveis e protege o bem-estar emocional das crianças. Quando não há consenso, a decisão pode ir ao Judiciário para definir regras estáveis ou ajustes no calendário conforme a dinâmica familiar.

Papel do Judiciário e dos profissionais

Caso haja impasse, o Judiciário analisa o que melhor atende aos interesses da criança, podendo definir datas fixas ou adaptar o calendário festivo. Advogados ressaltam que a intervenção busca priorizar o bem-estar infantil e evitar desgastes que comprometam a convivência. A mediação pode orientar acordos mais duradouros.

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