- O Switch 2 foi lançado em junho de 2025, trazendo uma versão maior, mais poderosa e com inovações como recurso de compartilhamento de vídeo.
- O design inclui encaixe magnético dos Joy-Con, carregamento significativamente mais rápido (carga quase completa em cerca de uma hora) e tela levemente maior com qualidade de imagem boa, apesar de HDR ser complicado.
- O desempenho roda títulos modernos de terceiros e jogos de primeira linha da Nintendo sem grandes problemas em modo dock, enquanto o Switch original perde fôlego.
- Switch Online expandiu com jogos de GameCube; houve aumentos de preço e mudanças de benefícios, como fim de moedas douradas e de vouchers, tornando o serviço obrigatório para acesso ao GameChat a partir de 31 de março de 2026.
- Em 2025, a biblioteca incluiu títulos como Mario Kart World, Donkey Kong Bananza e Metroid Prime 4: Beyond, com apoio de terceiros (ex.: Ubisoft, Cyberpunk 2077), e o futuro permanece incerto sobre novos recursos e próximos lançamentos.
O Nintendo Switch 2 chegou em junho de 2025, apresentando uma versão maior e mais poderosa do console anterior. O lançamento gerou entusiasmo entre fãs, mas disputou menos espaço na conversa pública do que se esperava. A principal inovação prática é a função de compartilhamento de vídeos, que soa como recurso de décadas atrás.
O aparelho mantém o foco em jogos da Nintendo, com grande parte das obras sendo sequências de séries já estabelecidas. O desempenho em docked é estável, inclusive com third parties recentes, enquanto a biblioteca de títulos first-party continua central para a proposta do console.
Mesmo com o interesse inicial, 2025 foi marcado por ajustes de hardware e de ecossistema. O Switch 2 trouxe carregamento mais rápido e uma tela ligeiramente maior, sem adotar OLED. A vida útil da bateria permanece moderada, com recargas completas em cerca de uma hora em certas situações.
Desempenho e hardware
A experiência de uso destaca o encaixe magnético dos Joy-Con, que funciona bem após diversas travadas. A estética é mais sóbria, com melhorias notáveis na velocidade de recarga e no acabamento. O nubs do joystick continua a ser alvo de críticas recorrentes.
O avanço gráfico permite rodar jogos modernos como Cyberpunk 2077 e Star Wars Outlaws, além de títulos da Nintendo como Mario Kart World e Donkey Kong Bananza, sem grandes falhas no modo docked. Em contrapartida, jogá-lo por longos períodos em modo portátil não impressiona tanto.
Software e experiência
A interface permanece simples, com pouca personalização e uma disposição de apps que não evoluiu muito. O recurso GameChat funciona, mas a integração com o ecossistema permanece aquém de concorrentes como PS5 ou Xbox Series.
O console facilita jogos online, mas ainda não utiliza diretamente uma plataforma social ampla; a integração com Discord em tempo real não chegou. Em vez disso, requer app dedicado de segundo écran para compartilhamento de capturas.
Serviços e assinatura
O Switch Online expandiu com o GameCube, oferecendo jogos como F-Zero GX, Soulcalibur II e The Wind Waker em 2025. Ao longo do ano chegaram também Super Mario Strikers, Chibi-Robo!, Luigi’s Mansion e Wario World, com novas adições previstas.
Alguns títulos clássicos aguardados, como Super Mario Sunshine, ainda não chegaram. A assinatura Expansion Pack ganhou valor com upgrades para jogos de Switch e com acesso a conteúdos pagos.
Jogos e biblioteca
Em 2025, a biblioteca do Switch 2 se destacou pela diversidade, com presença de portals da Ubisoft e de lançamentos como Borderlands 4, Cyberpunk 2077, Hitman: World of Assassination e Street Fighter 6. Sete dos 10 melhores da Metacritic também chegaram a Switch, com quatro exclusivos de console.
Títulos como Hades 2 aparecem como exclusivos para a plataforma, ao lado de remasterizações e novas versões de franquias antigas. A perspectiva é de que outros jogos cheguem à linha do Switch 2 em 2026.
Futuro e comparação com o Switch 1
O primeiro ano do Switch 2 não repetiu o impacto histórico do Switch 1, que manteve o encanto com portabilidade e jogos independentes de alto perfil. A empresa sinaliza foco em experiências além de jogos, incluindo parques temáticos e produtos trans media.
Analistas questionam se a Nintendo continuará a elevar o patamar de forma agressiva ou se trabalhará para consolidar a base atual. Há especulações sobre custos de hardware mais elevados no futuro e possíveis mudanças no preço.
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