- Caso de grooming em Oldham envolve uma menina de 12 anos em 2006; Shakil Chowdhury foi condenado em 2007 e policiais destruíram ou devolveram evidências, atrapalhando investigações.
- O suspeito identificado como Offender J foi citado pelo líder do grupo como cúmplice, mas não há ligação forense suficiente para acusá-lo; ele tentou matar a esposa em 2009.
- Em 2014, uma investigação interna apontou falhas e houve reavaliação de evidências, com novas informações vinculando Chowdhury a outras vítimas no local.
- A vítima afirma que recebeu apoio tardio e que novas investigações ainda buscam dois suspeitos pendentes; porém, não é possível confirmar ligações diretas de Offender J.
- O caso contribuiu para debates sobre falhas na investigação de grooming em Oldham e influenciou a criação de uma apuração nacional sobre redes de abuso infantil na Inglaterra e no País de Gales.
O caso de grooming em Oldham envolve uma menina de 12 anos abusada por várias pessoas em 2006. Shakil Chowdhury foi condenado em 2007, mas falhas policiais teriam destruído ou devolvido evidências, mantendo perguntas sobre outros envolvidos sem resposta. A reportagem atual aponta que o denunciante conhecido apenas como Offender J era citado como cúmplice no material, porém não há ligação forense suficiente para acusá-lo.
Em 2009, Offender J teria tentado matar a esposa. Uma investigação interna de 2014 indicou falhas no atendimento ao caso, com novas evidências reavaliadas. As evidências remanescentes da casa de Chowdhury foram destruídas ou devolvidas ao suspeito, apesar de possível revelância para outros envolvidos.
Panorama do caso
A polícia de Greater Manchester reconhece falhas que dificultaram a responsabilização de outros suspeitos. A única condenação até agora é a de Chowdhury, com relatos de que a vítima foi traficada pela cidade para abusos repetidos por diferentes grupos.
Avanços e desdobramentos
A polícia mantém três linhas de investigação: identificar parafernais ligados ao caso, localizar o segundo suspeito ligado por evidências e confirmar se Offender J tem relação com os abusos de Walker-Roberts. Um dos suspeitos vinculados por material forense permanece sem identificação clara.
Contexto institucional
Relatórios de safeguarding de 2022 apontaram falhas na avaliação das investigações forenses originais. Em 2011, a vítima informou à polícia que Offender J admitiu o estupro de uma menina de 12 anos, mas isso não resultou em ações adicionais.
Situação atual
A force afirma que Walker-Roberts recebeu desculpas em 2022 pelas falhas passadas. A busca por justiça permanece com esforços para trazer dois suspeitos adicionais a julgamento, e com a identificação de um terceiro homem ligado ao caso forense.
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