- O Itamaraty informou que orientou o Consulado Geral de Lisboa a remeter o passaporte de Eliza Samudio para a sede do ministério em Brasília; o documento já está cancelado e expirado e ficará à disposição da família, se houver interesse.
- O passaporte foi encontrado em Portugal por um homem que vive em uma casa com a esposa, a filha e outros inquilinos; ele contou ao portal Leo Dias que localizou o documento em dezembro.
- O documento, emitido em 2006, tem apenas uma entrada no exterior, em maio de 2007, quando Eliza viajou a Portugal; não há registro de saída adicional.
- Eliza Samudio morreu em 10 de junho de 2010 após ser mantida em cárcere privado; a certidão de óbito indica esganadura e o corpo nunca foi encontrado; as buscas foram encerradas em 2014.
- O goleiro Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão por assassinato e ocultação de cadáver; também foram condenados Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.
O Itamaraty informou que orientou o Consulado Geral de Lisboa, em Portugal, a encaminhar o passaporte de Eliza Samudio à sede da pasta, em Brasília. O documento já está cancelado e expirado, e ficará à disposição da família da vítima, se houver interesse em recebê-lo.
O passaporte da jovem, morta em 2010, foi encontrado por um morador de Portugal em uma estante de livros de uma casa onde vive com a esposa, a filha e outros dois inquilinos. Ele relatou que o documento foi localizado em dezembro.
Conforme o registro, o documento foi emitido em 2006 e possui apenas uma entrada em território estrangeiro, uma viagem a Portugal em maio de 2007. Não há registro de saída adicional no documento.
Eliza Samudio morreu em 10 de junho de 2010, em Vespasiano (MG), após ser mantida em cárcere privado; a certidão de óbito qualificou o caso como esganadura. O corpo não foi encontrado e as buscas foram encerradas em 2014.
No processo criminal, o goleiro Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão por assassinato e ocultação de cadáver. Também foram condenados Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, apontado como executor.
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