- Thayane Smith, amiga de Roberto Farias Thomaz, publicou vídeo gravado na trilha do Pico Paraná criticando o jovem, dizendo: “eu tenho pena da mulher dele”.
- O material foi registrado durante a virada do ano, quando eles ainda estavam juntos; Thayane o descreve como “estressante”, “devagar” e afirma que ele gritava durante o percurso.
- Roberto foi encontrado na segunda-feira, após andar mais de vinte quilômetros, chegando à base do Pico, em uma fazenda em Antonina Cacatu, com várias escoriações e roxos.
- Em entrevista ao Live CNN, Roberto contou os desafios enfrentados durante os dias em que esteve perdido, dizendo que não tinha ideia de quem o procurava e que se alimentou apenas da água filtrada da cachoeira.
- Ele relatou ter sido arrastado pela correnteza por mais de um quilômetro e meio, perdendo óculos e uma das botas; o caso começou na tarde de trente e um, com a dupla subindo e iniciando a descida, quando o segundo grupo chegou ao ponto onde ele havia ficado.
Um vídeo divulgado por Thayane Smith, amiga de Roberto Farias Thomaz, ganhou destaque nas redes após o jovem ficar dias desaparecido no Pico Paraná, no litoral do Paraná. Nas imagens gravadas durante a subida da montanha, Thayane critica Roberto e afirma ter pena da mulher dele.
O registro ocorreu na virada do ano, quando os dois ainda estavam juntos na trilha. Thayane descreve dificuldades para montar a barraca sob chuva e classifica Roberto como estressante e devagar, acrescentando que ele gritava durante o percurso. Imagens do trecho do trajeto também foram compartilhadas pela amiga.
Roberto foi encontrado nesta segunda-feira, após conseguir chegar à base do Pico, em uma fazenda na região de Antonina Cacatu. Ele apresentava diversas escoriações e roxos pelo corpo, resultado de mais de 20 km percorridos.
Em entrevista ao Live CNN, o jovem relatou os momentos de isolamento e os desafios enfrentados durante o desaparecimento. Disse não ter conhecimento de quanta gente o procurava, mas afirmou que confiava que a irmã estaria procurando por ele.
Segundo Roberto, durante o período sem alimentação, ele contou apenas com água filtrada de uma cachoeira. Ele também disse ter sido arrastado pela correnteza por mais de 1,5 km, perdendo óculos e uma botas no trajeto.
A perícia inicial aponta que a subida ocorreu na tarde do dia 31, com chegada ao cume por volta de 4h da manhã de um dia seguinte. Após descansar, o casal seguiu com outro grupo, retornando ao ponto de encontro com o segundo grupo, que já não encontrou mais Roberto.
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