- A Justiça do Rio decretou a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da Hurb, nesta quarta-feira (7), por risco à ordem pública e à aplicação da lei penal.
- Rangel foi detido no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, na segunda-feira (5), portando documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada.
- O pedido de prisão preventiva foi encaminhado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro na terça-feira (6) devido ao descumprimento das medidas cautelares impostas pela Justiça.
- As medidas estão relacionadas à prisão anterior do empresário por furto de obras de arte e outros objetos, além de denúncias em maio de 2025 pelos crimes de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo.
- A defesa afirmou que não houve descumprimento das cautelares, e que Mendes viajou ao Ceará em 29 de dezembro; o juiz, porém, considerou reiteradas violações de monitoramento da tornozeleira.
Nesta quarta-feira, 7, a Justiça do Rio decretou a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da Hurb. A decisão, proferida pela 32ª Vara Criminal, aponta risco à ordem pública e à aplicação da lei penal.
Rangel foi detido na segunda-feira, 5, no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará. O empresário portava documento considerado falso e estava com a tornozeleira eletrônica descarregada.
O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão preventiva na terça-feira, 6, alegando descumprimento das medidas cautelares impostas pela Justiça.
As cautelares estão ligadas à prisão anterior de Rangel por furto de obras de arte e outros objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura. A denúncia foi apresentada pelo MPRJ em maio de 2025, envolvendo furto qualificado e adulteração de identificação de veículo.
A defesa, conduzida pelo advogado Vicente Donnici, sustenta que não houve descumprimento das cautelares, pois o réu não ficou mais de 30 dias sem aviso quando afastado do Rio, conforme determinação judicial. Também afirma que Rangel viajou ao Ceará em 29 de dezembro e que não há comprovação de que a tornozeleira estivesse desligada.
O juiz André Felipe Veras de Oliveira disse que o relatório de monitoramento da SEAP aponta reiteradas violações de monitoramento por parte de Mendes. Diante disso, ordenou o encaminhamento do ex-CEO ao Rio de Janeiro.
Entre na conversa da comunidade