- A Polícia Civil de São Paulo prendeu três suspeitos na operação realizada em Santos, segunda fase da investigação sobre a morte do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes.
- Ao todo, foram cumpridos treze mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária, com a participação de oitenta policiais e trinta e sete viaturas.
- A investigação busca esclarecer se Fontes foi morto pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
- Fontes foi morto em Praia Grande, ao sair do prédio da prefeitura, após perseguição, colisão com um ônibus e tiros de fuzil, com o crime registrado por câmeras de vigilância.
- O ex-delegado, que atuava como secretário de Administração da prefeitura de Praia Grande, foi delegado por mais de quarenta anos e ajudou a prender lideranças do PCC nos anos dois mil.
A Polícia Civil de São Paulo prendeu três pessoas na manhã desta terça-feira, 13, em Santos, no litoral. A ação é parte da segunda fase da investigação sobre a morte do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes, ocorrida em Praia Grande.
Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e 5 de prisão temporária. Participaram 80 policiais e 37 viaturas, conforme o detalhamento da operação.
As autoridades avaliam a hipótese de envolvimento da facção PCC na execução de Fontes, que morreu após perseguição por ruas de Praia Grande e disparos de fuzil, segundo imagens de câmeras de vigilância.
Ruy Ferraz Fontes atuou como delegado por mais de 40 anos e esteve à frente da prisão de diversas lideranças do PCC nos anos 2000. Na época da morte, ele servia como secretário de Administração da prefeitura de Praia Grande.
Investigações
O objetivo da polícia é esclarecer as circunstâncias do crime e confirmar quais ligadas aos três detidos teriam participação direta no assassinato, bem como o possível elo com o PCC.
Sobre a vítima
Fontes é lembrado pela atuação no combate ao crime organizado no estado e pela ligação com operações de retirada de criminosos de circulação na região da Baixada Santista.
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