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Operação Fear of the Pix prende ingressos falsos para show do Iron Maiden em SP

Operação Fear of the Pix prende suspeitos por venda de ingressos falsos para Iron Maiden em São Paulo; cinco mandados cumpridos e bens apreendidos

Imagem: Divulgação
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  • A Polícia Civil de São Paulo deflagrou a operação Fear of the Pix para combater a venda de ingressos falsos para os shows do Iron Maiden em São Paulo, marcados para 25 e 27 de outubro no Allianz Parque.
  • A ação ocorreu nesta quinta-feira, 15, após a identificação de um site falso utilizado para vender bilhetes fraudulentos.
  • Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão no Tatuapé, na capital, e em Guarulhos, na Grande São Paulo; foram apreendidos 13 relógios, três veículos de luxo, 11 mil reais em espécie, seis computadores e documentos.
  • O caso é investigado como associação criminosa para estelionato eletrônico, pelo 42º Distrito Policial (Parque São Lucas).
  • A apuração começou em dezembro, quando uma vítima pagou 690 reais via Pix e não recebeu o ingresso; houve indicação de empresas com quadro societário recente e diversas reclamações semelhantes.

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta quinta-feira, 15, uma operação contra a venda de ingressos falsos para shows do Iron Maiden em SP. Os shows estão marcados para 25 e 27 de outubro no Allianz Parque.

A ação, batizada como Fear of the Pix, tinha como alvo um site que vendia bilhetes fraudulentos. A investigação aponta para prática de estelionato eletrônico vinculada a esses anúncios falsos.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão. Os locais atingidos ficam no Tatuapé, zona leste da capital, e em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Entre os objetos apreendidos estão 13 relógios, três veículos de luxo, 11 mil reais em espécie, seis computadores e diversos documentos a serem analisados. Todo o material passará por perícia.

O caso está sob a supervisão do 42º DP (Parque São Lucas). A polícia investiga a ocorrência como associação criminosa para estelionato eletrônico.

A apuração teve início em dezembro, quando uma vítima relatou ter pago 690 reais via Pix, sem receber o ingresso. A vítima percebeu tratar-se de um site falso ao comparar com o portal original.

Segundo a investigação, há indícios de empresas envolvidas com formação recente, alterações de quadro societário e várias ocorrências similares de golpes envolvendo ingressos.

A Polícia Civil destacou que o site falso imitava o layout do original, levando a reflexão sobre detalhes como grafia e endereçamento. Pequenos desvios ajudam a identificar a fraude.

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