Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Justiça rejeita vínculo empregatício de ex-pastor com igreja

Justiça de São Paulo rejeita vínculo empregatício e indenização; ex-pastor atuou como voluntário por 20 anos

pastor
0:00
Carregando...
0:00
  • A Justiça do Trabalho de São Paulo rejeitou o vínculo empregatício de um ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, que buscava reconhecimento de relação empregatícia e indenização por danos morais.
  • O ex-pastor alegou ter trabalhado cerca de 20 anos como líder e recebido salário fixo; a igreja afirmou que ele atuava como voluntário.
  • A juíza entendeu que não houve prova de subordinação, habitualidade, onerosidade e pessoalidade na prestação de serviços, além de documentos que comprovavam o voluntariado.
  • Com base nisso, a Justiça rejeitou o reconhecimento do vínculo e indeferiu a indenização por danos morais; a decisão ainda permite recurso pelo ex-pastor.

A Justiça do Trabalho de São Paulo rejeitou o vínculo empregatício de um ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. Ele buscava reconhecimento de relação empregatícia e indenização por danos morais. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (16).

Segundo o processo, o ex-pastor alegou ter trabalhado na igreja por cerca de 20 anos, ocupando funções de liderança e recebendo salário fixo. A Igreja Universal, porém, afirmou que ele atuava como voluntário e não havia relação de emprego.

A juíza responsável observou que não foi comprovado o vínculo, pois não houve provas de subordinação, habitualidade, onerosidade e pessoalidade na prestação de serviços. Documentos apresentados pela igreja indicaram atuação do ex-pastor como voluntário.

Voluntariado e análise jurídica

A decisão aponta que a figura do voluntariado não configura vínculo empregatício, mesmo quando há remuneração ou benefícios. Por isso, o pedido de reconhecimento da relação de emprego foi rejeitado, assim como o pleito por danos morais.

A sentença ressalta que a Igreja Universal é uma entidade religiosa e que as regras do Direito do Trabalho devem ser observadas, o que não ficou comprovado no caso.

O ex-pastor ainda pode apresentar recurso à decisão, mas, no momento, o vínculo empregatício foi considerado inexistente.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais