- Frente fria associada à Zona de Convergência do Atlântico Sul pode provocar chuva muito volumosa na região Sudeste, com foco nas áreas do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, nesta terça-feira, 20 de janeiro de 2026.
- Espera-se que o volume de chuva seja maior na região serrana do Rio de Janeiro (200 mm a 300 mm) e em áreas do Grande Rio, Mata Mineira, Vitória e leste de Minas (100 mm a 200 mm).
- Risco de deslizamentos, enchentes e alagamentos é alto, especialmente na região serrana do Rio de Janeiro, na Zona da Mata de Minas e no centro-sul do Espírito Santo.
- Ocombinação de ventos persistentes, umidade elevada e relevo facilita as chuvas sobre o estado do Rio de Janeiro, Espírito Santo e leste de Minas Gerais.
- Orientações: acompanhar previsões, evitar sair durante tempestades, não abusar de estruturas; em emergência, ligar 199 (Defesa Civil) ou 193 (Corpo de Bombeiros).
A Região Sudeste enfrenta mais chuva volumosa nesta terça-feira, 20 de janeiro de 2026. Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo devem registrar precipitação intensa devido à formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) aliada à passagem de uma frente fria. O fenômeno eleva o risco de enchentes, alagamentos e deslizamentos.
Parcerias entre Climatempo e Cemaden indicam que áreas vizinhas ao litoral e regiões serranas se concentram entre 100 e 300 mm de chuva ao longo do dia. A previsão aponta maior volume na serra fluminense, com acumulados de 200 a 300 mm em parte da região, enquanto o restante do Leste de Minas e o Espírito Santo pode registrar 100 a 200 mm.
Risco ampliado de deslizamentos e enchentes foi registrado pelo Cemaden para a serra do Rio de Janeiro, Zona da Mata Mineira e centro-sul capixaba. Solos encharcados aumentam a chance de transtornos com chuvas persistentes ao longo da semana, principalmente nas áreas de encosta e próximo a rios.
Contexto da chuva
A Zona de Convergência do Atlântico Sul favorece a concentração de ar quente e úmido sobre o Sudeste, potencializando a chuva. A frente fria em deslocamento gradual aumenta ventos marítimos, mantendo umidade elevada sobre RJ, ES e leste de MG. O relevo regional potencializa a intensidade das precipitações.
Orientações para a população
Antes do temporal, monitore avisos oficiais e evite objetos soltos em áreas externas. Durante o temporal, não se abrigue sob árvores ou estruturas metálicas e reduza a velocidade ao dirigir. Em caso de risco, procure locais seguros e siga as instruções da Defesa Civil.
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