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Roberta Rodrigues revela abuso sofrido na infância pela primeira vez

Roberta Rodrigues revela abuso infantil e discute impactos na saúde mental e na criação da filha, em conversa com Helga Nemeczyk

Roberta Rodrigues fala pela primeira vez de abuso sofrido na infância
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  • O episódio do De Repente 30+, exibido no domingo, trouxe a segunda parte da entrevista com Roberta Rodrigues e Helga Nemeczyk sobre saúde mental e traumas na infância.
  • Roberta revelou que também sofreu abuso na infância, lembrança reacendida na pandemia após a morte de um amigo do pai.
  • Ela explicou que memórias vieram à tona e ajudaram a entender comportamentos da infância que antes pareciam nervosismo.
  • O impacto na vida familiar é grande: Roberta não permite que a filha durma na casa de ninguém e trabalha esse tema em terapia.
  • Helga contou que nunca esqueceu o abuso e só aos 30 anos percebeu a culpa que carregava; também mencionou crises de pânico e ansiedade.

O episódio do De Repente 30+ foi ao ar no domingo, 18, e mostrou Roberta Rodrigues, 43, e Helga Nemeczyk, 45, abrindo sobre saúde mental. A conversa, iniciada pela apresentadora Marcela Monteiro, buscou mostrar caminhos de cura por meio do relato.

Roberta revelou, pela primeira vez publicamente, ter sido vítima de abuso na infância. A lembrança veio à tona quando recebeu a notícia da morte de um amigo do pai, algo que a fez ligar fatos e entender comportamentos antigos.

A revelação levou Roberta a explicar como o episódio impacta o cuidado com a filha. Ela mencionou que evita que a menina durma na casa de outras pessoas e destaca a importância de falar sobre limites, autonomia e terapia.

Revelações de Roberta

Roberta narrou que a memória do abuso ficou apagada por anos e reapareceu na pandemia, já com 30 e poucos anos. Ela descreveu como isso mudou a percepção de comportamentos infantis que antes pareciam nervosismo.

Memória de Helga

Helga contou ter lembranças persistentes e disse ter carregado a sensação de culpa durante muitos anos, por acreditar ser responsável pelo que ocorreu. Somente após os 30, crises de ansiedade passaram a esclarecer os efeitos vividos.

Desdobramentos e contexto

As duas falam sobre o silêncio que cerca esse tipo de violência. Roberta citou que muitas vítimas não são levadas a sério ao falarem, enquanto Marcela destacou a dimensão coletiva do problema, que se amplia ao compartilhar relatos.

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