- Heather Taylor reabrir novamente a ação civil contra Tommy Lee, usando a nova lei da Califórnia (AB 250) que entra em vigor em janeiro e permite revisitar casos antigos de abuso sexual.
- A nova lei cria uma janela de dois anos para mover ações contra acusações de abuso sexual cometidas contra adultos, inclusive retroativamente.
- A queixa foi apresentada em comarca de Los Angeles, mantendo semelhança com o processo original de 2023, que Taylor havia retirado.
- Segundo a ação, em 2003 Taylor estava em um passeio de helicóptero quando Lee, já presente, supostamente a assediou sexualmente durante a viagem, após consumo de álcool e outras substâncias.
- O documento também menciona o piloto David Martz, que faleceu em 2015 em um acidente; alega-se que ele tinha histórico disciplinar, e que Taylor só pôde buscar justiça após a mudança na lei.
Heather Taylor recorreu a uma nova lei para reabrir a ação contra Tommy Lee, baterista do Mötley Crüe, alegando abuso sexual ocorrido em 2003. A nova denúncia foi registrada na Justiça da Comarca de Los Angeles, após a lei AB 250 permitir reabertura de casos passados. A mudança entra em vigor com efeito retroativo para adultos.
Taylor havia desistido voluntariamente do processo em 2023, após alegar abuso sexual durante um passeio de helicóptero em San Diego. A nova ação sustenta que a vítima foi coagida a participar de consumo de álcool e drogas a bordo, e que Lee teria feito avanços sexuais não consentidos.
Segundo a nova queixa, o piloto do helicóptero, David Martz, aliado a Lee, conduziu a situação de forma a facilitar o abuso. Martz morreu em 2015 em um acidente de avião; a denúncia menciona ainda histórico disciplinar do piloto. O processo permanece em curso na corte superior de Los Angeles.
A legislação AB 250, sancionada pelo governador Gavin Newsom no ano passado e em vigor desde 1º de janeiro, abriu uma janela de dois anos para ações civis contra supostos agressores de adultos. A norma altera requisitos de responsabilidade de entidades e possíveis cúmplices para casos de abuso sexual.
A nova ação refilada mantém elementos centrais da denúncia original, incluindo a identificação de Lee como envolvido no suposto abuso. Os advogados de Taylor afirmam que a nova imputação está alinhada com a lei recente e busca julgar o mérito da acusação, não questões processuais.
Taylor afirma que a reabertura do caso representa uma oportunidade de buscar justiça, destacando que aguardava a aplicação da legislação. A defesa de Lee não comentou oficialmente neste momento. A statusificação do processo depende de desdobramentos no tribunal da região.
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