- Dia de Combate à Intolerância Religiosa foi celebrado na quarta-feira, 21, para chamar atenção ao tema.
- Dados do Disque 100 apontam aumento de denúncias de intolerância religiosa, de 1,2 mil em 2019 para 2,2 mil em 2022.
- A maioria das denúncias envolve discriminação contra religiões de matriz africana, como candomblé e umbanda.
- A data busca promover o respeito às diferentes crenças e incentivar o diálogo inter-religioso.
- Líderes religiosos destacam a importância da paz entre as religiões para uma sociedade mais justa e igualitária.
O Dia de Combate à Intolerância Religiosa foi celebrado nesta quarta-feira, 21, com foco na defesa da paz entre as religiões. A data busca chamar a atenção para a intolerância religiosa no Brasil e para o aumento de denúncias relacionadas a esse tipo de discriminação.
Dados do Disque 100 mostram crescimento de denúncias de intolerância entre 2019 e 2022. Em 2019, foram registradas cerca de 1,2 mil ocorrências, subindo para mais de 2,2 mil em 2022. A maioria dos relatos envolve religiões de matriz africana, como candomblé e umbanda.
A ação busca ampliar o diálogo entre crenças e reduzir a violência e o preconceito. Ações oficiais costumam incluir campanhas de conscientização e orientação para vítimas, bem como esforços educativos em comunidades.
Lideranças religiosas participaram de manifestações públicas para reforçar a mensagem de convivência pacífica. O pastor Amauri Oliveira, da Assembleia de Deus em Vitória, enfatizou a necessidade de respeitar diferenças e promover o amor ao próximo.
A Igreja Católica também destacou a importância do diálogo inter-religioso. O padre Hélio Carnassale, da Paróquia São Pedro, apontou a intolerância como violência que deve ser enfrentada com compreensão.
A data incentiva a reflexão sobre a importância da convivência entre crenças distintas para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna, sem discriminação ou exclusão.
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