- O governo da Escócia aprovou planos revisados para um parque eólico próximo a uma rota de caminhada costeira para o interior, o Southern Upland Way.
- O empreendimento Lorg, com dez turbinas, será desenvolvido pela RWE Renewables em um sítio entre Carsphairn e Sanquhar e poderá ser visto ao longo de trechos da rota citada.
- As turbinas terão altura máxima de 650 pés (200 metros) e vida útil operacional de 35 anos; o projeto foi reduzido de 15 turbinas para 10 em relação a propostas anteriores.
- O campus fica a cerca de três milhas (cinco quilômetros) das Áreas Regionais de Paisagem Galloway Hills e Thornhill Uplands; autoridades locais consideraram os impactos visuais locais, mas aceitáveis.
- Não houve objeções por NatureScot nem pela Agência de Proteção Ambiental da Escócia, que sugeriram condições para proteção de habitats; a RSPB Scotland e o Conselho Comunitário de Tynron apresentaram preocupações sobre fauna e turismo, respectivamente.
O governo da Escócia aprovou planos revisados para um parque eólico próximo a uma rota de caminhada costeira popular. O projeto Lorg terá 10 turbinas, com altura máxima de 200 metros e duração operacional de 35 anos, a ser instalado entre Carsphairn e Sanquhar.
Os trabalhos devem ser realizados pela RWE Renewables, em um local que ficará visível de trechos do Southern Upland Way. A redução ocorreu após críticas ambientais, reduzindo antes de 15 turbinas que se estendiam até East Ayrshire.
O empreendimento fica a cerca de 5 km das áreas regionais de paisagem Galloway Hills e Thornhill Uplands. A Câmara de Dumfries and Galloway reconheceu impactos visuais locais, avaliando-os como aceitáveis dentro do contexto.
Aspectos regulatórios e respostas
NatureScot e a Agência de Proteção Ambiental da Escócia não apresentaram objeções, porém recomendaram condições para proteger habitats de fauna, wetlands e peatlands. A RSPB Scotland levantou preocupações sobre o tímpano negro na região, e o Conselho Comunitário de Tynron também se opôs, citando impactos visuais e no turismo.
A aprovação desta edição ocorre oito anos após a permissão anterior, concedida à E.ON, que depois expirou. Segue-se o novo aval para o local e seu uso energético.
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