- Sepehr Saryazdi, 24, candidato a PhD, é acusado de planejar atacar o evento do Australia Day no Gold Coast com coquetel molotov, em suposto complô terrorista para derrubar o governo.
- Segundo a acusação, ele desejava promover uma nova fase da civilização powered pela inteligência artificial e tinha um documento intitulado “gobierno cybernetics do futuro”.
- Documentos do tribunal dizem que ele comprou bebidas alcoólicas, papel de embrulho e um cobertor entre os dias quatro e nove de janeiro para o ataque.
- A promotoria pediu a prisão sem direito a fiança, apontando comentários “extremamente preocupantes” em conversa de Facebook; ele permanece detido para nova audiência em 20 de fevereiro.
- Saryazdi tem mestrado em ciências matemáticas pela Universidade de Sydney e se descrevia como doutorando ligado ao CSIRO e ao Australian Centre for Robotics.
Um PhD candidato foi acusado de planejar um ataque com garrafas Molotov a um evento do Australia Day no Gold Coast, na Austrália. A denúncia, apresentada em tribunal de Brisbane, envolve um suposto plano terrorista para derrubar o governo e promover uma sociedade guiada por IA.
Sepehr Saryazdi, de 24 anos, foi formalmente acusado de preparação de ato terrorista após ser apresentado em audiência nesta quinta-feira. Segundo documentos, ele comprou itens como álcool, papel de embalagem e uma manta entre 4 e 9 de janeiro para o ataque.
O caso também aponta mensagens públicas em redes sociais em que ele dizia liderar os distúrbios no Gold Coast no dia 26 de janeiro. As informações apontam ainda planos de uma transição para um “cybernetics” governado por IA e análise de dados.
No inquérito, o Ministério Público alegou que Saryazdi pretendia tornar o assunto de interesse nacional e buscava se aproximar de novas redes sociais, descrevendo uma adesão a ideias de governo tecnológico. A defesa relata isolamento e influência de novas amizades.
A audiência ocorreu após o acusado ter sido detido e encaminhado ao tribunal. A promotoria sustenta a força do caso, especialmente pela ligação dele a ações violentas previstas. A defesa afirmou que o réu está mal orientado por circunstâncias pessoais.
O juiz de primeira instância negou a fiança, mantendo Saryazdi sob custódia. O magistrado citou a gravidade das acusações e o possível risco à segurança pública. A nova chamada para audiência está marcada para 20 de fevereiro.
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