- A Globo desenvolve o aplicativo de vídeos curtos Globopop, com foco em consumo vertical, móvel e algorítmico, para aumentar engajamento e controle de dados.
- O projeto busca criar propriedade intelectual original para celular, incluindo novelas pensadas para formatos verticais, em vez de apenas redistribuir conteúdos tradicionais.
- A empresa afirma que vídeos curtos representam um novo padrão de linguagem e consumo, não apenas uma tendência de formato.
- O lançamento está previsto para ocorrer antes da Copa do Mundo de 2026, visando aproveitar o ciclo de atenção gerado por grandes eventos esportivos.
- Com a plataforma própria, a Globo passa a ter acesso direto a dados de comportamento e consumo, reduzindo a dependência de intermediários como Google e Meta e abrindo oportunidades para anúncios segmentados e patrocínios nativos.
A Globo está desenvolvendo um aplicativo próprio de vídeos curtos, batizado internamente de Globopop, como parte de uma reposição digital voltada ao consumo vertical, móvel e algorítmico. O plano visa ampliar o alcance e o controle sobre a produção de conteúdo.
A aposta envolve conteúdos originais criados já em formato vertical, incluindo novelas feitas para celular. A Globo afirma que vídeos curtos representam um novo padrão de linguagem, não apenas uma moda de formato.
O lançamento está previsto para ocorrer antes da Copa do Mundo de 2026, detalhe estratégico para aproveitar o ciclo de atenção gerado por grandes eventos esportivos e acelerar a adoção do produto.
Mais dados, menos dependência
Ao ter a própria plataforma, a Globo passa a acessar dados de comportamento e consumo diretamente, sem depender tanto de plataformas estrangeiras. Isso facilita formatos publicitários mais segmentados e patrocínios nativos mais precisos.
A estratégia também reduz a dependência de intermediários como Google e Meta. Quem disputa atenção ganha relevância, o que sustenta a monetização a longo prazo.
Entre na conversa da comunidade