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Globo testa app de vídeos curtos e investe em conteúdo vertical

Globo testa Globopop, app de vídeos curtos com novelas verticais, para controlar dados, ampliar monetização e reduzir dependência de plataformas

Novelas verticais: original 'Tudo Por Uma Segunda Chance' foi um ensaio para a nova aposta da Globo (Globo/Fábio Rocha/Divulgação)
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  • A Globo desenvolve o aplicativo de vídeos curtos Globopop, com foco em consumo vertical, móvel e algorítmico, para aumentar engajamento e controle de dados.
  • O projeto busca criar propriedade intelectual original para celular, incluindo novelas pensadas para formatos verticais, em vez de apenas redistribuir conteúdos tradicionais.
  • A empresa afirma que vídeos curtos representam um novo padrão de linguagem e consumo, não apenas uma tendência de formato.
  • O lançamento está previsto para ocorrer antes da Copa do Mundo de 2026, visando aproveitar o ciclo de atenção gerado por grandes eventos esportivos.
  • Com a plataforma própria, a Globo passa a ter acesso direto a dados de comportamento e consumo, reduzindo a dependência de intermediários como Google e Meta e abrindo oportunidades para anúncios segmentados e patrocínios nativos.

A Globo está desenvolvendo um aplicativo próprio de vídeos curtos, batizado internamente de Globopop, como parte de uma reposição digital voltada ao consumo vertical, móvel e algorítmico. O plano visa ampliar o alcance e o controle sobre a produção de conteúdo.

A aposta envolve conteúdos originais criados já em formato vertical, incluindo novelas feitas para celular. A Globo afirma que vídeos curtos representam um novo padrão de linguagem, não apenas uma moda de formato.

O lançamento está previsto para ocorrer antes da Copa do Mundo de 2026, detalhe estratégico para aproveitar o ciclo de atenção gerado por grandes eventos esportivos e acelerar a adoção do produto.

Mais dados, menos dependência

Ao ter a própria plataforma, a Globo passa a acessar dados de comportamento e consumo diretamente, sem depender tanto de plataformas estrangeiras. Isso facilita formatos publicitários mais segmentados e patrocínios nativos mais precisos.

A estratégia também reduz a dependência de intermediários como Google e Meta. Quem disputa atenção ganha relevância, o que sustenta a monetização a longo prazo.

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