- Luigi Mangione, de 27 anos, deve comparecer nesta sexta-feira ao tribunal federal, enquanto a juíza analisa a inclusão de evidências no caso de homicídio passível de pena de morte.
- Ele é acusado de atirar e matar o CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, na calçada da Manhattan midtown.
- Os defensores querem que evidências encontradas na mochila de Mangione sejam descartadas por busca sem mandado.
- Os promotores argumentam que a polícia de Altoona, na Pensilvânia, não precisava de mandado, visto que houve prisão por identificação falsa e a mochila foi vasculhada antes da transferência.
- A juíza Margaret Garnett também ouve testemunha da Polícia de Altoona sobre procedimentos de segurança e inventário de bens; seleção de júri está marcada para o começo de setembro.
Luigi Mangione, 27, deve comparecer nesta sexta-feira ao tribunal federal de Manhattan, onde a juíza Margaret Garnett decidirá se trechos de evidência poderão integrar o processo de pena de morte no caso do assassinato de um executivo de saúde.
Mangione é acusado de atirar em Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, na calçada de Midtown, em Nova York. O crime chocou autoridades e provocou críticas a custos e práticas do setor de seguros.
Ele declarou-se não culpado de assassinato, perseguição e posse de arma, em processo separado pela promotoria de Manhattan. A seleção de jurados está prevista para o início de setembro.
Os defensores buscam excluir evidências retiradas da mochila de Mangione, alegando busca ilegal sem mandado. Os promotores sustentam que a busca ocorreu com o arresto por identificação falsa em Altoona, sem necessidade de mandado.
Garnett requisitou que um policial de Altoona testemunhe sobre procedimentos padrão de proteção e inventário de bens durante prisões em locais públicos.
Os advogados de Mangione também questionam a validade da acusação por falhas legais, e há pedidos para impedir a busca pela pena de morte por eventuais violações constitucionais. A data do julgamento permanece indefinida.
Julgamento já havia sido marcado para o caso separado na promotoria de Alvin Bragg, com decisões sobre admissibilidade de evidências ainda pendentes.
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