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Morte de corretora em Goiás: polícia esclarece dinâmica do crime

Polícia aponta emboscada no subsolo de condomínio em Caldas Novas; corpo da corretora foi ocultado e síndico com filho presos, com laudos a validar

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  • Polícia Civil de Goiás identifica a dinâmica do crime contra a corretora Daiane Alves Souza, morta em Caldas Novas, no sul do estado, durante uma emboscada no subsolo do Condomínio Amethist Tower.
  • A hipótese é de que o síndico Cléber Rosa de Oliveira desligou propositalmente a energia do apartamento para atrair Daiane ao subsolo; a morte ocorreu em aproximadamente oito minutos, segundo a polícia.
  • Os investigadores apontam que o síndico teria usado as escadas, sem cobertura de câmeras, para transportar o corpo e evitar filmagem, após um corte de dois minutos nas imagens do subsolo.
  • O síndico levou policiais a uma área de mata em Caldas Novas onde o corpo foi encontrado; a confissão não ocorreu em depoimento formal, porém é tratada como admissão de envolvimento.
  • O filho do síndico, Michael, foi preso por obstrução da investigação, acusado de suprir provas e atrapalhar as apurações; Cléber responderá por homicídio e ocultação de cadáver.

A Polícia Civil de Goiás investiga a morte da corretora Daiane Alves Souza, 43 anos, ocorrida na madrugada desta quarta, em Caldas Novas. A versão inicial aponta emboscada planejada dentro do Condomínio Amethist Tower, com ocultação de provas e do corpo. Laudos periciais ainda são aguardados.

Segundo apurações, o síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, e o filho dele aparecem como os principais investigados. A polícia aponta que a energia do apartamento de Daiane foi desligada para atraí-la ao subsolo.

A possível dinâmica indica que Daiane desceu para religar o disjuntor por volta das 19h do dia 17 de dezembro de 2025. Ela estava gravando o consumo de energia quando foi abordada pelo síndico.

A investigação sustenta que o crime ocorreu em poucas minutos, entre o momento em que Daiane sumiu das imagens e o retorno de outra moradora ao local. Câmeras do subsolo teriam registrado um corte de dois minutos.

Após o crime, o síndico teria utilizado as escadas para evitar filmagens por elevadores sem cobertura de câmeras. A ocultação de imagens será examinada nos laudos periciais.

A polícia conduziu o síndico a uma área de mata em Caldas Novas, onde teria deixado o corpo. A confissão não ocorreu formalmente em depoimento, mas é tratada como admissão de participação pelo órgão, segundo o inquérito.

Michael, filho do síndico, foi preso sob suspeita de obstrução da investigação. Ele teria substituído o celular do pai para atrasar a coleta de provas e atrapalhar as apurações.

A polícia aponta que Cléber possuía meios, modos e motivos, com histórico de perseguição e 12 ações judiciais movidas pela vítima. O síndico responderá por homicídio e ocultação de cadáver.

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