- Uma juíza federal de Nova York rejeitou as acusações de homicídio e de posse de armas contra Luigi Mangione, acusado de matar o CEO da UnitedHealthcare em Midtown Manhattan em 2024.
- A decisão impede, no momento, a possibilidade de pena de morte caso Mangione seja condenado.
- A juíza Margaret M. Garnett informou que as acusações de homicídio e armas são incompatíveis com as duas acusações de stalking que ele enfrenta.
- Mangione tem 27 anos e já havia se declarado não culpado dessas acusações, segundo o processo.
- A seleção de jurados estava marcada para setembro; ele também responde a acusações de homicídio, armas e falsificação na Justiça estadual, sem data de julgamento.
A juíza federal de Nova York anulou as acusações de assassinato e de porte de arma contra Luigi Mangione, considerado o responsável pelo assassinato do CEO da UnitedHealthcare. A decisão reduz o risco de pena de morte se condenado.
A magistrada Margaret M. Garnett afirmou que as acusações de homicídio e arma são juridicamente incompatíveis com as duas acusações de stalking contra Mangione.
Mangione, de 27 anos, já havia se declarado não culpado das acusações de assassinato, arma e stalking por incidentes em Midtown Manhattan em 2024. O caso envolve ainda acusações separadas em processo estadual.
Contexto do caso
Mangione também responde a acusações de falsificação no tribunal de Manhattan, sem data de julgamento marcada. A seleção do júri para o caso federal estava prevista para setembro. Credita-se à cobertura da Reuters.
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