- O WhatsApp está testando um recurso de segurança voltado a usuários menores de 18 anos no Brasil, com ajustes automáticos de privacidade.
- A mudança foi identificada pelo WABetaInfo e ainda está em fase de testes, sem data de lançamento definida.
- O recurso aplicaria configurações mais restritivas automaticamente para contas ligadas a menores, sem ação do usuário.
- Entre as medidas, haveria restrições para quem vê o visto por último, a seção sobre do perfil e links para outras redes sociais, limitando interações de desconhecidos.
- A iniciativa está alinhada ao ECA Digital (Lei nº 15.211/2025) e entra em vigor em março de 2026; o lançamento depende de beta para Android e de rollout gradual.
O WhatsApp está desenvolvendo um recurso de segurança voltado a usuários menores de 18 anos no Brasil. A função visa aumentar a privacidade e reduzir a exposição de dados no app. A informação foi apurada pelo WABetaInfo, que monitora atualizações da plataforma. Ainda está em fase de testes, sem data de lançamento.
O recurso ajustaria automaticamente as configurações de privacidade para contas de menores, sem exigir ação do usuário. Entre as mudanças previstas estão limitações visuais do status, da seção sobre e de links para redes externas. A intenção é restringir interações com desconhecidos.
Base legal e cronograma
As mudanças seguem o que estabelece o ECA Digital, Lei nº 15.211/2025, com regras para proteção de crianças e adolescentes online. A legislação determina medidas reforçadas de segurança, privacidade e controle de dados de menores. A lei entra em vigor em março de 2026.
Estado atual do recurso
Até o momento, a função aparece apenas em uma versão beta para Android. O WhatsApp não confirmou oficialmente detalhes nem informou quando a versão estável será lançada. A implantação deve ocorrer de forma gradual após a conclusão dos testes.
Contexto de implementação
A novidade acompanha movimentos semelhantes em outras plataformas para adequação à proteção de menores. A ferramenta busca atender a exigências regulatórias brasileiras e ampliar a proteção de dados de jovens usuários. O acompanhamento público dependerá dos resultados da fase de avaliação.
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