- Luciana Gimenez, 56 anos, publicou nesta segunda-feira uma carta aberta negando qualquer ligação com Jeffrey Epstein.
- A apresentadora afirma não ter conhecido Epstein nem mantido contato pessoal, profissional ou financeiro com ele.
- Segundo o comunicado, as movimentações citadas referem-se a transferências entre as contas de Luciana, não a qualquer ligação com Epstein.
- A defesa diz que os arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA incluem nomes de diversos correntistas sem relação com o caso.
- Os documentos integram pacote de cerca de 3,5 milhões de páginas, que também traz extratos, e-mails e outros registros, e Luciana continua à disposição para esclarecer o caso.
Luciana Gimenez, apresentadora de 56 anos, negou qualquer vínculo com Jeffrey Epstein após seu nome aparecer em documentos oficiais do caso, liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA. Em carta aberta publicada nesta segunda-feira (9), ela afirma que as movimentações financeiras citadas referem-se a transferências entre suas próprias contas.
A nota destaca que Gimenez nunca teve contato pessoal, profissional ou financeiro com Epstein e repudia qualquer associação com atividades ilícitas. Segundo o comunicado, a identificação do nome ocorreu após a divulgação dos arquivos no site do DOJ, o que motivou o contato da apresentadora com o Deutsche Bank Trust Company Americas.
Contexto dos documentos
De acordo com a defesa, o material divulgado inclui nomes de diversos correntistas não vinculados ao caso Epstein. Alega-se que o governo americano solicitou registros de clientes de determinados períodos, sem filtrar nomes, o que resultou na publicação integral dos extratos.
A defesa explica que as transações mencionadas envolvem apenas transferências entre a conta de investimentos de Gimenez e sua conta pessoal, realizadas há muito tempo. O banco trabalha para compilar as transações internas e comprovar a relação com a própria apresentadora.
Posição de Gimenez
A apresentadora permanece à disposição das autoridades para esclarecimentos e solicita cautela na divulgação de informações para evitar interpretações errôneas. Ela reforça o compromisso com a verdade e a seriedade no tratamento de seu nome durante a repercussão do caso.
Os documentos do DOJ, divulgados no dia 30 de janeiro, integram um conjunto de cerca de 3,5 milhões de páginas da investigação sobre Epstein. O material cita diversas figuras públicas, mas a menção não implica envolvimento em atividades ilícitas.
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