- Um rapaz de 15 anos foi condenado a no mínimo 13 anos de prisão pela morte de Leo Ross, de 12 anos, em Birmingham, no dia 21 de janeiro de 2025.
- Leo foi esfaqueado no estômago enquanto voltava da escola em Yardley Wood e faleceu no hospital.
- O acusado não pode ser identificado por questões legais e havia se declarado culpado de homicídio no mês anterior.
- O juiz afirmou que o jovem estava envolvido em uma campanha de violência e que Leo era um garoto inocente que apenas voltava para casa.
- A família de Leo, representada pela polícia, mostrou insatisfação com a sentença de 13 anos, enquanto a defesa destacou problemas de saúde mental do réu.
Um adolescente de 15 anos foi condenado a cumprir, no mínimo, 13 anos de custódia pela morte de Leo Ross, de 12 anos, em Birmingham no ano passado. Leo foi esfaqueado no abdômen enquanto voltava da escola em Yardley Wood no 21 de janeiro de 2025 e faleceu no hospital.
O jovem, cujo nome não pode ser divulgado por ordem legal, admitiu a culpa pelo assassinato na frente da justiça no mês passado. O tribunal ouviu que ele vinha mantendo um padrão de violência contra diversas pessoas.
O juiz responsável, Justice Choudhury KC, afirmou que o réu participava de uma campanha de violência e que a família de Leo vive um “inferno” desde o ocorrido. A pena prevê cumprimento mínimo de 13 anos, sem chance de liberdade condicional até avaliação da Junta de Fiança.
Detalhes do veredito e contexto
A polícia de West Midlands informou que Leo não tinha vínculo com o agressor, caracterizando o ataque como aleatório. O acusado também enfrentava outras acusações de agressões anteriores, com relatos de violência contra pessoas idosas.
O advogado de defesa, Alistair Webster, destacou problemas de saúde mental graves no réu, incluindo transtorno de conduta na infância, TDAH e pensamentos suicidas. O tribunal considerou que o jovem compreendia as consequências de suas ações.
A família de Leo, representada pela família de acolhimento, divulgou que o veredito não traz justiça à dor de perder o filho. A mãe, Rachel Fisher, descreveu a sentença como um “ridículo” e pediu medidas mais eficazes para prevenir novos casos.
O pai de Leo, Christopher Ross, dirigiu-se diretamente ao agressor, dizendo que Leo era amado por todos e que sua perda foi irreparável. O tribunal também registrou que o réu já havia se declarado culpado de outras agressões em datas anteriores.
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