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Chuva persiste por 40 dias em partes do Reino Unido e causa sofrimento

Chuvas persistentes afetam agricultores, obras e esportes no sul da Inglaterra, com inundações, estragos em estradas e casas e previsão de continuidade até o fim de semana

Flooding in the Gogmore Farm children's play area in Chertsey, Surrey.
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  • A chuva persiste há quarenta dias em partes de Devon, Cornwall e Worcestershire, causando inundações, prejudicando casas e empresas e dificultando atividades de agricultores, construção e esportes.
  • Dados provisórios do Met Office indicam janeiro mais chuvoso em 149 anos na Irlanda do Norte, com Co Down registrando o janeiro mais úmido já e as Mountains of Mourne acumulando 790 mm de chuva.
  • O País de Gales já tem setenta e nove por cento da média de fevereiro e quarenta e dois por cento da média de inverno, com Nantyglo como ponto mais chuvoso, em 394 mm.
  • Agricultores relatam dificuldades para lamber e cultivar, com animais em estábulos ou deslocados para áreas mais altas e Cultivos de inverno ameaçados por submersão prolongada.
  • Construção e esportes sofrem impactos; especialistas apontam necessidade de planejamento e de investimentos em infraestrutura hídrica, enquanto a previsão indica continuidade de chuva, com possível brevíssimo intervalo no fim de semana.

Persistent rain continua a impactar diversas áreas no Reino Unido, atingindo milhares de pessoas e atividades. Em partes de Devon, Cornwall e Worcestershire choveu todos os dias neste início de ano, mantendo moradores e áreas comerciais sob água e alagamentos constantes. O Met Office destacou que, para alguns locais, a chuva não parou desde o começo do ano.

O cenário preocupa agricultores, construtoras, desportistas e o turismo. Produtores relatam dificuldades em etapas como a parição de ovelhas e o cultivo de culturas, com perdas reportadas em lavouras e pastagens. Em Somerset, o pastor James Winslade relata que 500 animais ficam confinados em abrigos devido ao alagamento, reforçando a necessidade de infraestrutura climática mais robusta.

A região sul-oeste, os Midlands e outras áreas registram impactos em estradas, com alagamentos que dificultam o tráfego e a logística de obras. Profissionais da construção dizem que o tempo úmido atrasa fundações e serviços, levando a estratégias de acoplamento de projetos para permanecer operando.

Impactos regionais e respostas

Na Irlanda do Norte, janeiro foi o mais úmido em 149 anos, com Recorde em Co Down e máxima de 790 mm de chuva nas Montanhas de Mourne. Em País de Gales, fevereiro já acumula grande parte de sua média mensal, com Nantyglo entre os pontos mais afetados. A indústria horticultural também sente o efeito, dificultando plantio e comercialização de mudas.

Especialistas apontam que a precipitação severa exige adaptações. Técnicos do setor agrícola indicam movimentação de gado para áreas mais elevadas quando disponíveis e proteção de culturas sensíveis. Entidades do setor ressaltam a necessidade de investimento em infraestrutura hídrica para melhorar a resiliência.

Perspectivas e desdobramentos

Autoridades indicam que o tempo úmido deve persistir nesta semana, com interrupções previstas apenas de forma esporádica. Enquanto isso, eventos esportivos e atividades ao ar livre enfrentam cancelamentos ou adiamentos, e comunidades observam comportamentos de fauna oriundos de mudanças climáticas, como animais que entram em períodos de atividade incomuns.

O Met Office alerta que novas frentes atlânticas devem chegar ao país no fim de semana, sugerindo que o repique de precipitação pode retornar, mantendo a situação instável para regiões já atingidas.

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