- Devyani Saltzman está deixando o Barbican, semanas após a chegada de uma nova CEO, Abigail Pogson.
- Saltzman ocupava o cargo de diretora de artes e participação desde fevereiro de 2024 e havia apresentado uma visão criativa de cinco anos para o centro.
- A saída cria um vácuo na liderança e não há planos de substituição anunciados.
- Pogson, que assumiu recentemente, supervisiona a primeira grande renovação da instituição, com fechamento de 12 meses a partir de junho de 2028; a primeira fase custa £231 milhões, com orçamento total estimado em £451 milhões.
- O Barbican tem passado por mudanças nos últimos anos, incluindo controvérsia de racismo institucional em 2021 e ajustes na relação com a comunidade artística.
Devyani Saltzman deixa o Barbican, abrindo uma nova fase de liderança na instituição. A saída ocorre meses após ela apresentar uma visão criativa de cinco anos e semanas após a chegada do novo CEO. O Barbican não confirmou a data exata da saída.
Saltzman ocupava o cargo de diretora de artes e participação, ficando responsável pela curadoria do programa artístico e pela relação com a comunidade. Nos últimos 18 meses, tornou-se a face pública da instituição e participou de entrevistas sobre a estratégia do centro.
A saída cria um vazio no topo da organização. Saltzman não teve confirmação de substituição e não houve anúncio de planos imediatos para recomposição da diretoria. A direção permanece sob Abigail Pogson, que assimila a liderança durante o período de renovação.
Contexto de liderança
Em anos recentes, o Barbican passou por mudanças de gestão, incluindo desligamentos e ajustes na estrutura. A instituição anunciou uma grande renovação, com fechamento programado de suas áreas técnicas por 12 meses a partir de junho de 2028. O custo da primeira fase é estimado em 231 milhões de libras, com custo total projetado em 451 milhões.
Impacto estratégico
Saltzman ajudou a construir laços entre o Barbican e setores criativos, buscando liderança que reflita a diversidade de Londres. Seu papel incluía a promoção de uma gestão alinhada com valores contemporâneos de inclusão, conforme entrevistas anteriores. A continuidade da visão criativa tratada pela diretora permanece em pauta.
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